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	<title>acupuntura clinica &#8211; Clinica de Acupuntura em Lisboa</title>
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	<description>Clinica de acupuntura em Lisboa (Avenidas Novas), Expo (parque das nações) e amadora. Terapeutas Nuno Lemos e Raquel Marçal</description>
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		<title>Vera Novais: jornalismo por encomenda e sensacionalismo</title>
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				<pubDate>Thu, 23 Aug 2018 08:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Lemos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação em saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Chinesa]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>Vera Novais: jornalismo por encomenda e sensacionalismo  "Do not demonize journalists: they have the same mega misconceptions as everyone else. Our press may be free, and professional, and thruth seeking, but independent is not the same as representative: even if every report is itself completely true, we can still get a misleading picture [...]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://clinicadeacupuntura.pt/vera-novais-tnc-observador/">Vera Novais: jornalismo por encomenda e sensacionalismo</a> aparece primeiro no <a rel="nofollow" href="https://clinicadeacupuntura.pt">Clinica de Acupuntura em Lisboa</a>.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling"  style='background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;padding-top:0px;padding-right:30px;padding-bottom:0px;padding-left:30px;border-top-width:0px;border-bottom-width:0px;border-color:#eae9e9;border-top-style:solid;border-bottom-style:solid;'><div class="fusion-builder-row fusion-row "><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-0 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h1 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Vera Novais: jornalismo por encomenda e sensacionalismo</span></h1>
</div><div class="fusion-testimonials clean fusion-testimonials-1" data-random="0" data-speed="4000"><style type="text/css">#fusion-testimonials-1 a{border-color:#03a9f4;}#fusion-testimonials-1 a:hover, #fusion-testimonials-1 .activeSlide{background-color: #03a9f4;}.fusion-testimonials.clean.fusion-testimonials-1 .author:after{border-top-color:#ffffff !important;}</style><div class="reviews"><div class="review no-avatar"><blockquote style="background-color:#ffffff;"><q style="background-color:#ffffff;color:#03a9f4;" class="fusion-clearfix">
<div style="text-align: center;">&#8220;Do not demonize journalists: they have the same mega misconceptions as everyone else.</div>
<div style="text-align: center;">Our press may be free, and professional, and thruth seeking, but independent is not the same as representative: even if every report is itself completely true, we can still get a misleading picture through the sum of true stories reporters choose to tell. The media is not and cannot be neutral, and we shouldn´t expect it to be&#8221;</div>
</q></blockquote><div class="author" style="color:#03a9f4;"><span class="company-name"><strong>Factfulness, pág. 365</strong></span></div></div></div><div class="testimonial-pagination" id="fusion-testimonials-1"></div></div><div class="fusion-text"><p style="text-align: left;">Recentemente a Jornalista Vera Novais escreveu no Observador um artigo crítico sobre as TNC. Esse artigo focava-se em várias terapêuticas e as próximas linhas serão uma resposta a parte desse artigo. Digo parte porque me irei ocupar das 3 terapêuticas das quais sou mais próximo: a acupuntura, fitoterapia e osteopatia.<br />
Tenho formação em Medicina Chinesa e Osteopatia. Pratico acupuntura todos os dias e obviamente o meu artigo estará vocacionado para apresentar de forma enviesada a minha opinião. Ele pretende mostrar exemplos que a Vera Novais decidiu não contar e estudos que ela decidiu não apresentar. A lógica não será fugir aos exemplos que a autora apresentou mas sim contextualizá-los na realidade clínica que vivo todos os dias e nos estudos científicos existentes. O objetivo não será esconder os problemas que existem mas mostrar que também existem soluções e será mais útil puxar por essas soluções do que recriminar e discriminar injustamente um grupo de pessoas com categorizações demasiado simplistas. Pretendo mostrar que a área das TNC apresenta um complexo tecido social com um vasto conjunto de valores e crenças que não se reproduz no artigo da autora.<br />
O artigo vai estar recheado de referências a vários estudos científicos. Poderia ter colocado muitos mais mas creio serem suficientes para apresentar o meu ponto de vista. Na bibliografia podem consultar esses estudos científicos.</p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Jornalismo por encomenda</span></h2>
<p style="text-align: left;">A Vera Novais resumiu o seu artigo com os típicos slogans de propaganda médica e daí eu achar que o seu artigo é jornalismo por encomenda. Ela escreveu</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;">&#8220;Ervas e homeopatia não curam o cancro. No mínimo, não fazem nada. No limite, agravam tanto o problema que o tornam impossível de resolver. Tudo o que mostra ser eficaz é integrado na medicina.” (1)</span></p>
<p style="text-align: left;">Juntar “ervas” que tem princípios ativos conhecidos e eficácia clínica comprovada (24) na mesma linha que homeopatia que não tem nada disto é simples desonestidade.<br />
Afirmar que no mínimo não fazem nada é ignorante pois está bem comprovada cientificamente a eficácia de muitas “ervas” (24) no tratamento de sintomas assim como muitos dos seus mecanismos celulares (26) (27). Uma delas, a artemisia é falada no artigo.<br />
Afirmar que no limite agravam o problema é uma afirmação altamente enviesada e dificilmente sustentada em factos científicos. É o velho mito social médico “não fazem nada… quanto muito agravam” (em oposição a “tratam tudo e não tem perigos”). Mitos e propaganda combate-se com estudos e não com mitos opostos. Dificilmente a homeopatia vai agravar o cancro (é água lembram-se?!) e as “ervas” precisam de cuidados extra mas também tem um potencial benéfico gigante. Neste momento existe muita investigação pré-clinica de ponta em fitoterápicos com propriedades radioprotetoras, radiorecuperadoras e radiosensibilizadoras (28) (29).<br />
A última afirmação é simplesmente sociológica e está dependente da forma como a autora vê o mundo. Mas isso depende de como a sociedade evolui e do que queremos. Na minha versão a acupuntura é para ser feita por acupuntores que não precisam ser médicos! A fitoterapia é para ser prescrita por fitoterapeutas que não precisam ser médicos. Na minha versão podemos ter uma série de profissionais de saúde com autonomia e bons níveis de formação científica sem serem médicos. E é para aí que a sociedade está a evoluir!</p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Sensacionalismo</span></h2>
<p style="text-align: left;">O sensacionalismo vende mas também nos tira credibilidade. Títulos de artigos tem de ser explosivos para serem lidos, exemplos extremos usados para cativar o leitor às linhas seguintes. Infelizmente o jornalismo está abandonado a esta tirania do sensacionalismo. A autora preferiu escolher histórias extremas e títulos e subtítulos explosivos. Porque é isso que vende, é isso que dinamiza a caixa de diálogos do site do jornal, é isso que ajuda a viralizar o artigo nas redes sociais.<br />
Mas muitos outros títulos sertiam possíveis: “<span style="color: #ff00ff;">paciente recorre a acupuntor com dor no braço e é encaminhada para as urgência do hospital por suspeita de doença cardíaca</span>”; “<span style="color: #ff00ff;">acupuntor aconselha paciente a vacinar os filhos</span>”; “<span style="color: #ff00ff;">osteopata aconselha doente a ser acompanhada pelo seu médico de família</span>”; “<span style="color: #ff00ff;">paciente com disfunção erétil recorre a um acupuntor que o reencaminha para urologia</span>”, “<span style="color: #ff00ff;">paciente tem melanoma diagnosticado mais cedo por chamada de atenção de acupuntor</span>”, and so on… eu podia estar aqui a escrever slogans o dia todo. Mas estes slogans apesar de todos verdadeiros e retirados da minha prática clínica não vendem. Muitos colegas com quem trabalho poderiam fazer a mesma coisa. Mas os slogans também não iam vender.<br />
Ninguêm quer ouvir dizer que muitos osteopatas não usam técnicas manipulativas ou que a Osteopatia não se resume a técnicas manipulativas. O que queremos é ouvir dizer que um osteopata andou a partir ossos aos doentes. <strong>Não interessa se o acontecimento é raro, não interessa que não tenha sido feito por um osteopata formado em Oxford mas por um endireita da Cova da Moura. Interessa que venda artigos, que provoque cliques no site. Mas com o sensacionalismo vem a falta de autoridade, vem a descredibilização científica.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #ff6600;">Entre as perfurações cardíacas da acupuntura, as fraturas do osteopata, a toxicidade e as interações farmacocinéticas da fitoterapia fica difícil compreender como os doentes saem vivos do nosso consultório.</span></strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Desonestidade autoritária</span></h2>
<p style="text-align: left;">Em determinada parte do artigo depois de usar 2 exemplos extremos de má prática, a autora, recorre a um artigo mal feito mas sustentado na autoridade da instituição que o financiou (Universidade de Yale). Linhas à frente volta a falar do artigo fazendo um resumo do mesmo sem nunca ter encontrado os erros evidentes que o descredibilizam. A Vera Novais cometeu os mesmos erros que o Scimed ou o Jornalista Luis Ribeiro na revista Visão. Resumindo alguns pontos importantes(2), (3):<br />
1 &#8211; o estudo de Yale coloca 2 questões completamente diferentes sem usar as métricas corretas para os avaliar.<br />
2 &#8211; mistura todo o tipo de terapias e crenças (orações, acupuntura, probióticos) impossibilitando qualquer análise correta dos mesmos, conclusões objetivas ou transposição dos dados para a realidade nacional.<br />
3 &#8211; os dados foram mal trabalhados e obtidos através de enviesamentos. Basta pensar um pouco: a oração foi usada como terapia complementar. Num país em que mais de 50% das pessoas afirmam rezar todos os dias, um país rico com os níveis de religiosidade de um país pobre foi possível reunir uma amostra de mais de 1 milhão de pacientes com cancro em que menos de 0,01% recorriam a orações.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #ff6600;">Fico estupefacto ao ver críticos destas áreas ridicularizarem terapeutas TNC porque não sabem ler estudos ou interpretar dados e depois deixam passar erros de amador quando as conclusões do estudo lhes interessam.</span></strong></p>
<p style="text-align: left;">A Vera Novais pegou num artigo mal feito, compilou uma série de histórias negativas para justificar a conclusão do seu artigo. <span style="color: #3366ff;">Se pegarmos em casos extremos e isolados que surgem nos hospitais então vamos conseguir compilar um estudo onde as TNC são claramente perigosas. Mas será que estes dados se coadunam com a realidade clínica do dia a dia destes terapeutas? Com a segurança das suas terapêuticas?</span></p>
<h3 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Um estudo baseado em dados clínicos numa clinica de acupuntura</span></h3>
<p style="text-align: left;">Para mostrar a diferença entre aquilo que é a prática clinica e o que é apresentado nestes artigos decidi fazer um estudo com dados da minha clinica. O estudo é uma recolha, com as primeiras letras do alfabeto, de 237 pacientes (não há tempo nem dinheiro para estudos mais completos) que recorreram ao meu gabinete (e sim tem alguns enviesamentos e nenhum deles vai colocar em causa as conclusões em baixo).<br />
Destes 237 pacientes: 233 (98,3%) não apresentarm nenhum historial oncológico. Só 4 pacientes (1.69%) apresentaram um historial oncológico. Um destes pacientes (25%) foi à clinica para tratar um efeito secundário de lesão de um nervo decorrente de cirurgia (caso a autora decida escrever mais um artigo alarmante pode usar este dado isolado. E se usar a estatística isolada de 25% vai fazer sucesso). Em nenhum caso se colocou a hipótese do paciente não fazer quimio ou radioterapia (0% para quem não percebe nada de estatística).<br />
Destes 237 pacientes: 204 (86,1%) tinham sido acompanhados por um ou mais médicos antes de recorrerem ao nosso gabinete. Só 9 (3,79%) é que não tinham sido visto por médicos de certeza absoluta. 24 pacientes (10,1%) não tive certezas se tinham sido vistos por médicos ou não. Estes pacientes que não foram vistos por médicos tinham várias características: pacientes novos, queixas de curta duração com sintomas de intensidade média a leve, turistas ou portugueses de passagem que pretendem um alívio momentâneo até chegar a casa. Quase 50% dos casos referia-se a episódios esporádicos de stress ou ansiedade desencadeado por algum tipo de problema familiar ou profissional. <span style="color: #3366ff;">Qual a probabilidade de um paciente (turista ou não) novo com queixas leves por trauma ter na realidade um tumor incurável que só vai ser diagnosticado tarde demais porque fez 1 ou 2 sessões de acupuntura?</span></p>
<p style="text-align: left;">A Vera Novais pegou em histórias assustadoras para poder vender um artigo. Mas essas histórias estão completamente desfasadas daquilo que é a realidade clínica. Pacientes mais idosos, com doenças e sintomas crónicos já todos foram observados por médicos. Na maioria das vezes que existem atrasos no diagnóstico não tem a ver com a irresponsabilidade dos terapeutas mas sim com a desvalorização de queixas crónicas do paciente por parte do médico.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-1 fusion-one-half fusion-column-first 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="color: #008000;">Estes problemas são outliers. Não estão sequer perto de média e não representam aquilo que é o trabalho diário de muitos terapeutas. São problemas marginais sem relevância estatística. Se este problema fosse mainstream seria mais visível mas mesmo nas queixas existentes na ACSS, de acordo com os dados do artigo, são quase nulas. Não pretendo desvalorizar o sofrimento humano representado nessas histórias. Mas as histórias não podem ser contadas descontextualizadas dos dados.</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-2 fusion-one-half fusion-column-last 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="color: #339966;">Em 15 anos de prática clínica nunca (NUNCA) um paciente me perguntou se deveria fazer quimioterapia ou não. Em 15 anos de prática clinica nunca (NUNCA) consegui mudar as crenças dos meus pacientes que não estivessem ligadas a hábitos de vida (alimentação e exercício). Das poucos vezes que doentes queriam que eu tivesse as mesmas crenças que eles (astrologias, energias, etc…) preferiram mudar de terapeuta a tratar-se comigo, das poucas vezes que afirmaram não vacinar os filhos nenhum mudou de ideias quando aconselhei o contrário. Um terapeuta não muda o sistema de crenças do paciente sem mais nem menos.</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-3 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Injustiça social e falta de coerência</span></h2>
<p>A autora não só é injusta como apresenta uma falta de coerência grande no que concerne aos exemplos usados para atacar as TNC. Além de usar dados em que se contradiz (ervas não fazem nada mas afinal já fazem alguma coisa) usa exemplos sem nexo como foi o caso do Tallon ou da exposição radioativa.<br />
O uso do exemplo do Tallon foi infeliz porque o Tallon é médico e prescreve medicamentos. Se existiu algum problema tem a ver com má prática médica e nunca com estas áreas (o que é que a Ordem dos Médicos fez a este respeito?). Apesar de ler muitas críticas às práticas das TNC nunca leio relativamente às práticas da medicina ocidental, especialmente com a venda de tratamentos milagrosos para perda de peso. A Vera Novais decidiu ser diferentes e acabou a culpar a fitoterapia… e os curandeiros!<br />
O perigo do excesso de exposição radioativa dos pacientes que recorrem a quiropatas é outro exemplo. Isto é um problema real que afeta a quiropraxia nos EUA onde os terapeutas compram sistemas de radiografia e depois querem rentabilizá-las. Quantos terapeutas em Portugal é que tem sistemas de radiografia nos seus consultórios? O único problema em Portugal com excesso de radiação tem a ver com a prescrição que os médicos fazem de exames de imagiologia médica (Radiografias, cintigrafias, etc…) quando por vezes não são necessários. E mesmo isso está relativamente controlado.</p>
<p>Tentar vender a fitoterapia como perigo público nº1 sem nunca referir soluções que existem atualmente ou sem nunca apresentar o ponto de vista de muitos terapeutas que prescrevem a fitoterapia é outro erro e uma clamorosa injustiça social para o trabalho de muito terapeutas (24).<br />
Sim, existem perigos relativamente ao uso de fitoterápicos. Muitos fitoterápicos que são comprados na net não tem bons controlos de qualidade (20). Mas para isso prescreve-se fitoterápicos com selos de qualidade da CEE ou de empresas que sejam fiscalizadas pela FDA, exigem-se medidas públicas que favoreçam a segurança desses fitoterápicos, (21) etc…<br />
Sim existem perigos de interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas com medicamentos. Mas para isso evitamos prescrever se o paciente estiver muito medicado ou começamos a prescrever doses pré-terapêuticas e aumentamos a dosagem analisando a ocorrência provável de efeitos secundários. Independentemente do número de medicamentos pode prescrever-se fitoterapia só na presença de alguns medicamentos e não de outros (23). Ou seja existem formas de controlar os aspectos mais perigosos da prescrição e que infelizmente a autora não se deu ao trabalho de investigar.<br />
Existem pacientes que escondem dos médicos que tomam fitoterapia. Por isso eu aconselho sempre os pacientes a dizerem aos médicos os tratamentos que fazem comigo. Mas isto não é um problema somente das TNC. Está relacionado com a dificuldade que os pacientes sentem em falar com o médico. É desonesto procurar um único bode expiatório.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-4 fusion-one-half fusion-column-first 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="color: #ff6600;">Para a Vera Novais um estudo que se foca em probióticos e orações e tem sérios enviesamentos na recolha de dados é suficiente para apresentar os terapeutas como perigos para a saúde pública. Casos extremos (outliers) que não correspondem à realidade são publicitados como se fossem problemas diários. Não há diferença entre um acupuntor com boas bases de neurociências e bastante treino técnico e estágios clínicos ou outra pessoa qualquer que decidiu começar a fazer acupuntura sem qualquer tipo de formação. Não existe diferença entre um osteopata formado em Oxford ou um endireita da santa terrinha. É tudo igual. São todos maus. São todos ignorantes. E são todos culpados.</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-5 fusion-one-half fusion-column-last 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-testimonials clean fusion-testimonials-2" data-random="0" data-speed="4000"><style type="text/css">#fusion-testimonials-2 a{border-color:#03a9f4;}#fusion-testimonials-2 a:hover, #fusion-testimonials-2 .activeSlide{background-color: #03a9f4;}.fusion-testimonials.clean.fusion-testimonials-2 .author:after{border-top-color:#ffffff !important;}</style><div class="reviews"><div class="review no-avatar"><blockquote style="background-color:#ffffff;"><q style="background-color:#ffffff;color:#03a9f4;" class="fusion-clearfix">
<p style="text-align: center;">The blame instinct makes us exaggerate the importance of individuals or of particular groups. This instinct to find a guilty party derails our ability to develop a true, fact-based understanding of the world…</p>
</q></blockquote><div class="author" style="color:#03a9f4;"><span class="company-name"><strong>Factfulness, pág. 357</strong></span></div></div></div><div class="testimonial-pagination" id="fusion-testimonials-2"></div></div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-6 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h3 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Altas taxas de natalidade</span></h3>
<p>O artigo da Vera Novais fez-me lembrar os comentários cataclismicos de pessoas que tem medo do crescimento populacional. Os pobres tem muitos filhos, se lhes enviamos dinheiro eles vão ter mais filhos e o planeta não sustenta tantas pessoas. Não podemos dar dinheiro. A solução é o oposto. Quando se garantir que os pobres podem criar a sua própria riqueza as taxas de natalidade vão começar a diminuir. As mulheres vão começar a fazer planeamento familiar e a pensar de acordo com os seus interesses de afirmação social, crescimentos profissional, etc… A melhor e única forma de garantir taxas de natalidade mais baixas é dar poder às mulheres tirando-as da pobreza. O problema não são os pobres, é a pobreza.<br />
O problema da formação dos terapeutas é semelhante. Existem problemas de formação nos terapeutas. A osteopatia é realmente mais segura quando feita por terapeutas com boa formação, muitos problemas relacionados com a prescrição de fitoterapia podem melhorar se existir mais comunicação entre profissionais de saúde e melhor formação dos terapeutas. E os estudos cientificos (18) mostram que os riscos inerentes à acupuntura são mínimos e diminuem com uma formação mais adequada.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-7 fusion-one-half fusion-column-first 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="color: #00ccff;">O segredo para diminuir estes casos extremos é garantir mais formação, garantir cursos com bons curriculos científicos e técnicos. Mas o artigo da Vera não se esforçou minimamente para apresentar este ponto que seria cientificamente sustentável. Como bom jornalismo de encomenda tentou somente denegrir um grupo de pessoas.</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-8 fusion-one-half fusion-column-last 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="color: #666699;">Imaginemos que num mundo alternativo o ensino da medicina é desregulado. Qualquer um pode começar a exercer medicina como bem entender, pode fazer os cursos mais ridículos e oferecer as panaceias que bem entende. E no meio disto existem médicos que estudaram vários anos e constantemente se dedicam ao aprimoramento da sua arte. O problema resolve-se denegrindo todos os profissionais ou garantindo que são obrigados a fazer uma formação condigna para serem médicos?</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-9 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Falta de objetividade: contextualizar histórias com dados concretos</span></h2>
<p>De acordo com o artigo do Observador existe uma meta-análise publicada pela Cochrane que afirma que a acupuntura não é eficaz. E o Bastonário da Ordem dos Médicos afirmou que nos últimos estudos, esta técnica, já não demonstrou a evidência anterior. Os últimos estudos?&#8230; porque a única meta-análise encontrada pela autora era de 2005 (4). O que dizem as meta-análises atuais sobre a eficácia da acupuntura?<br />
Nesta meta-análise de 2015 mostrou-se que a acupuntura combinada com medicação era muito mais eficaz no tratamento da depressão do que medicação isoladamente (5). Outra meta-análise de 2014 mostrou que a acupuntura no tratamento de osteoartrite estava associada a grande diminuição da intensidade de dor, melhorias na qualidade de vida e mobilidade (6). Noutra meta-análise de 2016 comprovou-se que a acupuntura era útil na controlo de dor pós-operatória (7), Ainda outra meta-análise de 2017 mostrou que os efeitos analgésicos da acupuntura se mantêm no longo prazo (9). Outra meta-análise de 2018 comprovou que a acupuntura tem efeitos de longo prazo relevantes no tratamento da dor crónica (10). Na enxaqueca, meta-análsies mais recentes são muito favoráveis à acupuntura (31).<br />
Uma meta-análise de 2017 mostrou que a acupuntura era útil no alívio de dor em pacientes oncológicos enquanto outra não encontrou benefícios (8) e outra meta-análise de 2016 mostrou que a acupuntura conseguiu diminuir a dor, cansaço e melhorar a qualidade de vida em pacientes oncológicos terminais (11) indicando que a acupuntura deveria ser usada como complemento aos tratamentos médicos convencionais.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-10 fusion-one-half fusion-column-first 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;">Se a acupuntura consegue aliviar sintomas de pacientes oncológicos dando melhor qualidade de vida então deveria ser uma terapia a pensar até porque é extremamente segura e podendo em alguns casos diminuir a medicação pode diminuir-se a probabilidade de efeitos secundários graves ou interações farmacocinéticas. Outro grupo vulnerável aos efeitos secundários dos medicamentos são as grávidas. Muitas queixas apresentadas pelas grávidas como dor, insónia, ansiedade podem ser bem endereçadas pela acupuntura.</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-11 fusion-one-half fusion-column-last 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="color: #3366ff;">Mesmo que não concordemos com todos os estudos. Qualquer análise minimamente cuidada das meta-análises existentes dificilmente iria tirar conclusões negativas relativamente à eficácia da acupuntura. Uma análise do apoio cada vez maior que a acupuntura recebe de várias organizações governamentais e não governamentais, médicas e não médicas e os estudos em que se sustentam dificilmente iria acabar com conclusões negativas para a acupuntura. (12) Infelizmente esta investigação não foi feita… em vez disso a autora preferiu fazer uma entrevista ao Bastonários da OM que é um leigo com claros interesses sectários e ideológicos.</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-12 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-testimonials classic fusion-testimonials-3" data-random="0" data-speed="4000"><style type="text/css">#fusion-testimonials-3 a{border-color:#03a9f4;}#fusion-testimonials-3 a:hover, #fusion-testimonials-3 .activeSlide{background-color: #03a9f4;}.fusion-testimonials.classic.fusion-testimonials-3 .author:after{border-top-color:#ffffff !important;}</style><div class="reviews"><div class="review no-avatar"><blockquote><q style="background-color:#ffffff;color:#03a9f4;" class="fusion-clearfix">
<p style="text-align: center;">Ultimately, it is not journalist´s role, and it is not the goal of activists or politicians, to present the world as it really is. They will always have to compete to engage our attention with exciting stories and dramatic narratives. They will always focus on the unusual rather than the common…</p>
</q></blockquote><div class="author" style="color:#03a9f4;"><span class="company-name"><strong>Factfulness, pág. 579</strong></span></div></div></div></div><div class="fusion-text"><p>A autora preferiu focar-se num único estudo de 2005 da Cochcrane. Esta instituição é conhecida por ter estudos de melhor qualidade que outras instituições. A Vera Novais esqueceu-se de referir que esta instituição já publicou inúmeras meta-análises sobre acupuntura.<br />
Em 2011, por exemplo, publicou uma meta-análsie de meta-análises com assinatura de um dos maiores céticos que existe (Edzard Ernst) onde se conclui que:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><span style="color: #008000;">&#8220;All of these reviews were of high quality. Their results suggest that acupuncture is effective for some but not all types of pain.&#8221;(30)</span></p>
<p><strong>Não só existem estudos altamente favoráveis à acupuntura como existem meta-análises da Cochrane que são mais recentes e positivas. Podemos discutir acerca da qualidade de estudos e, sem dúvida que existem problemas, mas fica bem documentado que face à quantidade de estudos disponíveis ou a Vera Novais não se deu ao trabalho de fazer uma boa investigação para o artigo ou decidiu omitir propositadamente uma série de factos e estudos que colocariam em causa toda a linha editorial do seu artigo.</strong></p>
<p>Ao apresentar a acupuntura, Vera Novais focou-se numa série de efeitos secundários associados a esta terapia. <strong>Hemorragias, convulsões, perfuração cardíaca, pneumotorax, transmissão de doenças infecciosas</strong>… e tudo a negrito… Com tantos estudos científicos sobre os perigos da acupuntura a autora preferiu não usar nenhum. Existem perigos associados à acupuntura mas são extremamente raros e na maioria das vezes não são perigosos. A melhor forma de os diminuir é melhorar a qualidade técnica do ensino dos acupuntores e não denegri-los publicamente. (16), (19) Em vez disso a Vera Novais refugiou-se na única histórica negativa que encontrou. O que dizem os estudos cientificos sobre a segurança da acupuntura?</p>
<p>O NIHCS afirmou que “uma das vantagens da acupuntura é que a incidência de efeitos adversos é substancialmente mais baixa que muitas drogas e outros procedimentos aceites para as mesmas condições”(13) Um estudo de 2017 sobre a segurança da acupuntura em pacientes a tomar anti-coagulantes conclui-o que é segura e a % de incidências muito baixa. (14) Outro estudo de 2014 conclui-o a mesma coisa (15). Um estudo de 2001 com mais de 30000 consultas não encontrou um único efeitos secundário grave (17) Outro estudo do mesmo ano conclui-o que a acupuntura era segura quando feita por profissionais com boas formações técnicas e científicas (18).</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #3366ff;">A autora apresentou um caso de lesão do nervo periférico. Num estudo com mais de 220 mil pacientes só foi relatado um caso desses (que durou alguns meses) o que o torna um evento extremamente raro (0,00045%). No estudo de caso que fiz com dados da minha clinica em 237 pacientes surgiu um caso desses… provocado por um médico acupuntor que depois reencaminhou o paciente para mim para tratamento. Ao longo de 15 anos lembro-me de 2 ou 3 pacientes que referiram sintomas de irritação do nervo que foram tratados rápida e eficazmente. Porque o que a Vera Novais não escreveu é que estes sintomas são facilmente percebidos e tratados na sua maioria das vezes. São eventos extremamente raros. Vendem jornais, ganham likes no facebook mas não correspondem à realidade clinica do dia a dia.</span></p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">RISCOS DAS TNC</span></h2>
<h3 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Atraso no diagnóstico</span></h3>
<p>Como vimos no estudo de caso com dados da minha prática clínica a vasta maioria dos pacientes que recorrem a este tipo de serviços já está bem diagnosticada. A pequena % de pacientes que não tinham diagnóstico médico prévio são novos e tem queixas de curta duração com sintomas leves a moderados ou então são pacientes que estão de passagem e precisam de um “remendo” rápido até chegarem a casa. Pacientes com sintomas muito intensos e agudos vão para as urgências (como será óbvio para qualquer pessoa!) e pacientes com sintomas crónicos já foram vistos por médicos. Ou seja a probabilidade de se atrasar um diagnóstico que seja salvador de vidas é incrivelmente baixo. <strong>Não pretendo desvalorizar o sofrimento humano associado a estes riscos mas é nosso dever informar corretamente os leitores acerca do real potencial perigo destas situações.</strong></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-13 fusion-one-half fusion-column-first 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #ff6600;">O artigo da Vera Novais é baseado em testemunhos escolhidos a dedo para poder sustentar as suas crenças e não um artigo sério e objetivo sobre os reais perigos das TNC.</span></strong></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-14 fusion-one-half fusion-column-last 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;">Os pacientes típicos da acupuntura tem características facilmente reconhecíveis: queixas crónicas limitativas, já tem diagnóstico feito, idade mais avançada, maioritariamente queixas álgicas, sem sucesso na medicina convencional. A clara maioria dos pacientes recorre aos nossos serviços porque os tratamentos convencionais não funcionaram. A probabilidade de não terem diagnóstico feito é muito pequena.</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-15 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h3 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Rejeição dos tratamentos para a doença</span></h3>
<p>Este risco é sustentado no artigo da Universidade de Yale que já comentámos. As conclusões são abusivas e não podem ser generalizadas para a nossa realidade nacional, a recolha de dados condicionada por enviesamentos que tornam as conclusões inválidas, e em nenhum momento existe nenhuma comprovação de fenómeno de causalidade a indicar que são os terapeutas TNC a convencer os pacientes a não fazerem tratamentos convencionais. Mais uma vez a questão importante é :”<span style="color: #3366ff;"><strong>São os terapeutas que convencem os pacientes a não fazer tratamentos convencionais ou os pacientes já tem um sistema de crenças montado que define a sua escolha?</strong></span>” Se calhar a diferença entre os Sr. José e o Sr. João com que a Vera começou o artigo é que um acreditava no médico e outro acreditava em bruxas!<br />
Se calhar devemos tentar focar-nos na causa dessas crenças e não só em arranjar um bode expiatório. Pode dar mais consolo mas dificilmente vai resolver o problema.</p>
<h3 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Morte</span></h3>
<p>Existem casos de morte relatados devido a complicações da fitoterapia, acupuntura ou osteopatia. Mas são extremamente raros e, estão algumas vezes mais dependentes do paciente que do próprio terapeuta. Muitos problemas com fitoterapia advêm de hábitos pessoais com tomas excessivas de determinado suplemento (o chá verde em fisioculturistas por exemplo). Outras vezes o terapeuta tem claramente culpa.<br />
Estes eventos, além de extremamente raros, podem tornar-se ainda mais raros melhorando a formação técnica e científica destes profissionais. Por exemplo a regulamentação em Portugal veio exigir uma série de ações em termos de segurança que vai diminuir a probabilidade já baixa de infeções. Existem gamas de fitoterapia com selo de qualidade da CEE. Cada vez mais profissionais estão consciencializados sobre a existência de interações farmacocinéticas. O número de osteopatas que usam técnicas manipulativas é cada vez menor e existe um cuidado especial no ensino destas técnicas em segurança e dos riscos das mesmas.</p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Conclusão</span></h2>
<p>Existem perigos associados a estas práticas e devem ser endereçados (22). Os doentes e os diferentes profissionais de saúde devem estar conscientes da presença destes riscos e manter uma comunicação aberta de forma a conseguir prevenir e detetar rapidamente estes riscos. Mas estes riscos são mínimos. <strong>Tem certamente um sofrimento humano grande associado mas quando contextualizados são fenómenos raros</strong>. <span style="color: #0000ff;">A Vera Novais escolheu a dedo casos isolados sobre os riscos destas práticas e prescindiu de estudos científicos que contextualizariam esses casos. Com isso deu uma imagem negativa e irreal dos verdadeiros perigos associados a estas técnicas. Quando conveniente fez um cherry picking de estudos e esqueceu todo um vasto conjunto de estudos que seriam facilmente encontrados com um mínimo de investigação. Estudos esses que obrigariam a uma revisão do artigo e das conclusões do mesmo.</span></p>
<p>Existem terapeutas que são contra as vacinas e contra a quimioterapia. E alguns podem aconselhar os pacientes a não fazer esses tratamentos. Já tive discussões com acupuntores australianos que admitiam aconselhar os seus pacientes a não vacinarem os filhos. Mas a maioria dos pacientes que aceita isso não é porque o terapeuta lhe fez a cabeça mas sim porque já tem um conjunto de crenças que o leva a escolher esse tipo de terapeutas.<br />
Ao mesmo tempo que existem terapeutas contra essas práticas muitos outros são a favor dos tratamentos convencionais. Existe um número elevado de profissionais de saúde (médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, técnicos, podologistas, etc…) que estudam acupuntura, osteopatia e fitoterapia. E não são contra os tratamentos convencionais. Os farmacêuticos e alguns médicos tem amplos conhecimentos de fitoterapia. Uma grande percentagem de fisioterapeutas também são osteopatas. <span style="color: #0000ff;">Existe uma tapeçaria social de crenças e valores no seio das TNC que é sobresimplificada no artigo da Vera Novais e que não faz justiça social a muitos terapeutas, que não valoriza os seus valores humanos e profissionais, que desprespeita o seu estudo e conhecimento científico. Essas pessoas também merecem ver o seu trabalho projetado e não merecem estar a ser catalogadas de forma tirânica e simplista a um conjunto de práticas com as quais não se identificam.</span></p>
</div><div class="fusion-testimonials classic fusion-testimonials-4" data-random="0" data-speed="4000"><style type="text/css">#fusion-testimonials-4 a{border-color:#03a9f4;}#fusion-testimonials-4 a:hover, #fusion-testimonials-4 .activeSlide{background-color: #03a9f4;}.fusion-testimonials.classic.fusion-testimonials-4 .author:after{border-top-color:#ffffff !important;}</style><div class="reviews"><div class="review no-avatar"><blockquote><q style="background-color:#ffffff;color:#03a9f4;" class="fusion-clearfix">
<p style="text-align: center;">The necessary instinct to generalize… can also distort our worldview. It can make us mistakenly group together things, or people, or countries that are actually very different</p>
</q></blockquote><div class="author" style="color:#03a9f4;"><span class="company-name"><strong>Factfulness, pág. 253</strong></span></div></div></div></div><div class="fusion-text"><h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">BIBLIOGRAFIA</span></h2>
<p>(1) https://observador.pt/especiais/ervas-agulhas-e-comprimidos-de-acucar-quando-as-alternativas-lhe-arranjam-um-problema-maior/<br />
(2) https://clinicadeacupuntura.pt/luis-ribeiro-analfabetismo-superficialidade-jornalistica/<br />
(3) https://acupunturaemlisboa.pt/pulga-do-scimed/<br />
(4) https://www.cochrane.org/CD001351/BACK_acupuncture-and-dry-needling-for-low-back-pain<br />
(5) https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S016503271500052X<br />
(6) https://bmccomplementalternmed.biomedcentral.com/articles/10.1186/1472-6882-14-312<br />
(7) http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0150367<br />
(8) https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/ecc.12457<br />
(9) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5393924/<br />
(10) https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1526590017307800<br />
(11) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4782866/<br />
(12) https://clinicadeacupuntura.pt/acupuntura-e-placebo-fraude/<br />
(13) JINDAL, Vanita. et all. Safety and Efficacy of Acupuncture in Children A review of the Evidence. J pediatri hamtol oncol. 2008. 30(6): 431-442.<br />
(14) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4315381/<br />
(15) https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1876382014000626<br />
(16) https://www.nature.com/articles/s41598-017-03272-0<br />
(17) https://www.bmj.com/content/323/7311/486.short<br />
(18) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1121068/<br />
(19) https://www.bmj.com/content/314/7091/1362.full<br />
(20) http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-879X2000000200004&amp;script=sci_arttext<br />
(21) https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0045653503004715<br />
(22) https://nunolemos.com.pt/falhas-das-tnc/<br />
(23) https://nunolemos.com.pt/prescrever-fitoterapia-num-paciente-medicado/<br />
(24) https://nunolemos.com.pt/prescricao-fitoterapia/<br />
(25) https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fphar.2013.00177/full<br />
(26) http://www.jcimjournal.com/articles/publishArticles/pdf/S2095-4964(15)60171-6.pdf<br />
(27) http://journals.plos.org/plosntds/article?id=10.1371/journal.pntd.0002674<br />
(28) http://www.cancerjournal.net/article.asp?issn=0973-1482;year=2010;volume=6;issue=3;spage=255;epage=262;aulast=Baliga<br />
(29) https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/ptr.1605<br />
(30) https://link.springer.com/article/10.1007/s11655-011-0665-7<br />
(31) http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1516-31802015000600540&amp;script=sci_arttext</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div>
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		<title>Integrar e complementar: experiência de um acupuntor osteopata</title>
		<link>https://clinicadeacupuntura.pt/integrar-e-complementar/</link>
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				<pubDate>Mon, 18 Jun 2018 11:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Lemos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[osteopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Manual e Reabilitação]]></category>
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		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Integrar e complementar: experiência de um acupuntor osteopata Ao longo destes últimos anos tenho ganho uma experiência interessante com a osteopatia e acima de tudo com a integração da osteopatia com acupuntura. Fui racionalizando a forma como combino as diferentes técnicas e terapias e quando dei por mim estava a catalogar esta experiência em duas [...]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Integrar e complementar: experiência de um acupuntor osteopata</span></h1>
<p>Ao longo destes últimos anos tenho ganho uma experiência interessante com a osteopatia e acima de tudo com a integração da osteopatia com acupuntura. Fui racionalizando a forma como combino as diferentes técnicas e terapias e quando dei por mim estava a catalogar esta experiência em duas classificações: integrar e complementar.<br />
Com estas 2 formas de catalogar a minha parca experiência consigo ter uma noção do grande potencial clínico que a combinação destas terapias oferece. Este meu artigo resume-se a reabilitação de marquesa e, como tal, não vou abordar a questão do exercício físico. Apesar da extrema importância da abordagens dos fisiologistas de exercício, e de usar muitos exercícios nos meus algoritmos clínicos não vou abordar essa componente do tratamento.</p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Complementar: entre a mobilidade articular e a acupuntura elétrica</span></h2>
<p>Considero uma abordagem complementar aquela que usa técnicas com tecidos-alvo diferentes mas o mesmo objetivo clínico. Por exemplo, numa lombalgia provocada por bloqueio do ilíaco esquerdo. Tanto na observação como na aplicação de técnicas harmónicas iniciais nota-se a existência de contratura nos eretores lombares esquerdos.<br />
Neste caso é possível complementar 2 técnicas distintas: técnicas de mobilidade articular para normalizar o funcionamento da articulação e eliminar as descompensações visíveis nos testes clínicos (osteopatia) e posteriormente aplicar acupuntura elétrica, com estímulos específicos para promover relaxamento muscular dos eretores lombares esquerdos.</p>
<p><a href="https://i2.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/06/agulhaslombar1.jpg?ssl=1"><img class="aligncenter size-full wp-image-3810" src="https://i2.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/06/agulhaslombar1.jpg?resize=900%2C475&#038;ssl=1" alt="3 pilares da acupuntura" width="900" height="475" srcset="https://i2.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/06/agulhaslombar1.jpg?resize=200%2C106&amp;ssl=1 200w, https://i2.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/06/agulhaslombar1.jpg?resize=300%2C158&amp;ssl=1 300w, https://i2.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/06/agulhaslombar1.jpg?resize=400%2C211&amp;ssl=1 400w, https://i2.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/06/agulhaslombar1.jpg?resize=600%2C317&amp;ssl=1 600w, https://i2.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/06/agulhaslombar1.jpg?resize=768%2C405&amp;ssl=1 768w, https://i2.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/06/agulhaslombar1.jpg?resize=800%2C422&amp;ssl=1 800w, https://i2.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/06/agulhaslombar1.jpg?fit=900%2C475&amp;ssl=1 900w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Integrar: entre a neuromodelação periférica e as neurodinâmicas</span></h2>
<p>Integração de tratamentos leva em linha de conta técnicas que partilham o mesmo tecido-alvo e objetivo clínico. O Exemplo imediato seria a integração de técnicas de neuromodelação periférica com neurodinâmicas. Ciática, túnel cárpico, nevralgia do trigémio, enxaquecas, cefaleia são algumas das patologias que beneficiam imenso com este tipo de integração de técnicas.<br />
Neuromodelação periférica parte do estímulo invasivo do nervo ou de interfaces anatómicas muito especificas que podem comprimir esses nervo. Vai permitir a descenssibilização do nervo e a eliminação de várias alterações que podem afetar a sua mobilidade. Pode ser feito com ou sem estímulo elétrico. Por outro lado as neurodinâmicas trabalham as propriedades de deslizamento e viscoelastecidade do nervo sem estímulos invasivos garantindo uma abordagem menos centrada numa parte especifica do nervo mas mais na sua globalidade.</p>
<p>Outro exemplo de integração de técnicas osteopáticas e invasivas seria o uso combinado de acupuntura elétrica para relaxamento muscular e técnicas músculo-energéticas. O tecido-alvo seria sempre o mesmo (muscular) assim como o objetivo clínico. Este tipo de técnicas integradas funciona muito bem em determinados tipos de ciatalgia, cervicalgia, cefaleia de tensão, lesões do ombro, dor de costas.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2013/12/páginaterapeutasostesteopatia.jpg?ssl=1"><img class="aligncenter size-full wp-image-3703" src="https://i0.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2013/12/páginaterapeutasostesteopatia.jpg?resize=1200%2C518&#038;ssl=1" alt="" width="1200" height="518" srcset="https://i0.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2013/12/páginaterapeutasostesteopatia.jpg?resize=200%2C86&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2013/12/páginaterapeutasostesteopatia.jpg?resize=300%2C130&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2013/12/páginaterapeutasostesteopatia.jpg?resize=400%2C173&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2013/12/páginaterapeutasostesteopatia.jpg?resize=600%2C259&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2013/12/páginaterapeutasostesteopatia.jpg?resize=768%2C332&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2013/12/páginaterapeutasostesteopatia.jpg?resize=800%2C345&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2013/12/páginaterapeutasostesteopatia.jpg?resize=1024%2C442&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2013/12/páginaterapeutasostesteopatia.jpg?fit=1200%2C518&amp;ssl=1 1200w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<h3 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Integrar e complementar: Caso Clínico</span></h3>
<p>Na maioria das vezes existe a necessidade de se combinar técnicas tanto numa lógica de integração como complementaridade. Uma queixa clínica muito comum em que isto acontece é a lombalgia com irradiação pelo ciático. É comum a associação de encurtamento muscular dos eretores, inflamação da sacro-ilíaca e dor irradiada pelo nervo ciático.<br />
Técnicas osteopáticas como mobilidade articular, miotensivas, músculo-energéticas, harmónicas e neurodinâmicas são muito eficazes no alívio das queixas. Por outro lado a acupuntura elétrica pode ser feita para descenssibilizar o nervo, relaxar o músculo ou promover efeitos anti-inflamatórios e analgésicos a nível da sacro-ilíaca.</p>
<p><a href="https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/11/ciático.jpg?ssl=1"><img class="aligncenter size-full wp-image-3748" src="https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/11/ciático.jpg?resize=900%2C444&#038;ssl=1" alt="Tratar dor na coxa em paciente oncológico" width="900" height="444" srcset="https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/11/ciático.jpg?resize=200%2C99&amp;ssl=1 200w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/11/ciático.jpg?resize=300%2C148&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/11/ciático.jpg?resize=400%2C197&amp;ssl=1 400w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/11/ciático.jpg?resize=600%2C296&amp;ssl=1 600w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/11/ciático.jpg?resize=768%2C379&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/11/ciático.jpg?resize=800%2C395&amp;ssl=1 800w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2015/11/ciático.jpg?fit=900%2C444&amp;ssl=1 900w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Conclusão sobre integrar e complementar abordagens da acupuntura e osteopatia</span></h2>
<p>Os algoritmos clínicos que cada profissional usa estão dependentes do seu conhecimento, experiência, facilidade de aplicação de técnicas ou resposta do paciente face às mesmas. Eu quase não uso técnicas de impulso mas muitos colegas osteopatas fazem disso o pão nosso de cada dia. Alguns osteopatas usam acupuntura só para pontos gatilho, outros usam abordagens invasivas mais complexas e muitos nem usam acupuntura. Alguns acupuntores usam técnicas de manipulação e outros usam só algumas técnicas de massagem.<br />
A forma como combinamos as técnicas é, sem dúvida, crucial para um sucesso clínico imediato e duradouro.</p>
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		<title>Dor no deltóide: entre a riqueza semiológica e diversidade de terapias</title>
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				<pubDate>Sun, 25 Feb 2018 10:54:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Lemos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[osteopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia Manual e Reabilitação]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>Dor no deltóide: entre a riqueza semiológica e diversidade de terapias  Neste pequeno artigo queria usar um exemplo, dor no deltóide, para abordar a importância da análise semiológica e a forma como pode afetar as técnicas de acupuntura ou a combinação de técnicas de acupuntura e osteopatia. Não pretendo abordar a dor no [...]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-2 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling"  style='background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;padding-top:0px;padding-right:30px;padding-bottom:0px;padding-left:30px;border-top-width:0px;border-bottom-width:0px;border-color:#eae9e9;border-top-style:solid;border-bottom-style:solid;'><div class="fusion-builder-row fusion-row "><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-16 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h1 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Dor no deltóide: entre a riqueza semiológica e diversidade de terapias</span></h1>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_2_3 fusion-builder-column-17 fusion-two-third fusion-column-first 2_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:66.66%;width:calc(66.66% - ( ( 4% ) * 0.6666 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p>Neste pequeno artigo queria usar um exemplo, dor no deltóide, para abordar a importância da análise semiológica e a forma como pode afetar as técnicas de acupuntura ou a combinação de técnicas de acupuntura e osteopatia.</p>
<p>Não pretendo abordar a dor no ombro de uma forma mais vasta pois a análise semiológica associada à miologia funcional, pontos gatilho, posturologia, funcionamento ligamentar ou diferenciação neurofisiológica ia tornar o artigo demasiadamente vasto e complexo. A dor no deltóide que eu quero discutir é um caso muito particular de dor na face lateral desse músculo.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-18 fusion-one-third fusion-column-last 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% ) * 0.3333 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p><a title="By Anatomography (en:Anatomography (setting page of this image)) &#091;CC BY-SA 2.1 jp (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.1/jp/deed.en)&#093;, via Wikimedia Commons" href="https://i0.wp.com/commons.wikimedia.org/wiki/File:Deltoid_muscle_top11.png?ssl=1"><img src="https://i2.wp.com/upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/37/Deltoid_muscle_top11.png/512px-Deltoid_muscle_top11.png?w=512&#038;ssl=1" alt="Deltoid muscle top11" data-recalc-dims="1" /></a></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-3 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling"  style='background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;padding-top:0px;padding-right:30px;padding-bottom:0px;padding-left:30px;border-top-width:0px;border-bottom-width:0px;border-color:#eae9e9;border-top-style:solid;border-bottom-style:solid;'><div class="fusion-builder-row fusion-row "><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-19 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Diferenciação semiológica simples de dor no deltóide</span></h2>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-20 fusion-one-third fusion-column-first 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% ) * 0.3333 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p>São comuns na clínica, 3 causas de dor no deltóide, na sua face lateral: tendinopatia do supraespinhoso, compressão do nervo axilar e contratura do deltóide. Estas 3 causas são relevantes para definir variações aos tratamentos de acupuntura.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_2_3 fusion-builder-column-21 fusion-two-third fusion-column-last 2_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:66.66%;width:calc(66.66% - ( ( 4% ) * 0.6666 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p><a href="https://i0.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-ecrã-2018-05-29-às-10.50.38.png?ssl=1"><img class="aligncenter wp-image-3960 size-full" src="https://i0.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-ecrã-2018-05-29-às-10.50.38.png?resize=633%2C446&#038;ssl=1" alt="dor no deltóide e acupuntura" width="633" height="446" srcset="https://i0.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-ecrã-2018-05-29-às-10.50.38.png?resize=200%2C141&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-ecrã-2018-05-29-às-10.50.38.png?resize=400%2C282&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-ecrã-2018-05-29-às-10.50.38.png?resize=600%2C423&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-ecrã-2018-05-29-às-10.50.38.png?fit=633%2C446&amp;ssl=1 633w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" data-recalc-dims="1" /></a></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-22 fusion-one-third fusion-column-first 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h3 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;">Tendinite Supraespinhoso</span></h3>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;">A tendinopatia do supraespinhoso provoca dor que agrava com movimento de abdução e testes de força resistida para o supraespinhoso. A dor costuma irradiar pelo braço podendo descer até ao cotovelo ao mesmo punho e os pacientes costumam localizá-la um pouco mais anterior.</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-23 fusion-one-third 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h3 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;">Compressão nervo axilar</span></h3>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;">A compressão do nervo axilar é denunciada pela presença de uma dor tipo ardor (afeção do dermátomo), dor desencadeada por pressão do nervo axilar na sua interface anatómica com músculos como triceps ou infraespinhoso (que precisam ser estudados).</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-24 fusion-one-third fusion-column-last 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h3 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;">Contratura muscular</span></h3>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #0000ff;">A dor por contratura costuma ser localizada, agravar com pressão mais profunda e é comum sentir-se faiscas musculares mais contraturadas e dolorosas (alguns pacientes com pouca massa magra e muita massa gorda pode ser mais difícil).</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-4 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling"  style='background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;padding-top:0px;padding-right:30px;padding-bottom:0px;padding-left:30px;border-top-width:0px;border-bottom-width:0px;border-color:#eae9e9;border-top-style:solid;border-bottom-style:solid;'><div class="fusion-builder-row fusion-row "><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-25 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Tratamento com técnicas integradas: Acupuntura, Osteopatia, Reabilitação</span></h2>
</div><div class="fusion-text"><h3 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Tendinopatia do Supraespinhoso</span></h3>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-26 fusion-one-half fusion-column-first 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="color: #008000;">Caso seja uma tendinopatia do supraespinhoso a acupuntura deve ser feita com estímulo elétrico combinado. Parte desse estímulo deve ser doloroso (dependente da capacidade de tolerância do paciente) e outra parte não deve ser dolorosa. O estímulo pode ser focado mais no tendão (região inflamada), mais no músculo ou em ambos consoante pequenas variações relevantes na análise semiológica.</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-27 fusion-one-half fusion-column-last 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="color: #800080;">Os estímulos de acupuntura elétrica (se preferirem eletrólise percutânea) devem ser complementados com treino excêntrico para o supraespinhoso. Exercícios de reabilitação mais complexos que abordam as cadeias musculares, por exemplo, devem ser levados em consideração.</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-28 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h3 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Compressão do nervo axilar</span></h3>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-29 fusion-one-third fusion-column-first 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="color: #007000;">No caso de uma compressão do nervo axilar funciona melhor a integração de abordagens invasivas, nomeadamente o uso de técnicas de neuromodelação dermo-segmentar. A análise semiológica pode ser mais complexa uma vez que existem uma série de variantes envolvendo outras estruturas (infraespinhoso, cadeias musculares, alterações articulares proximais ou distais, etc…). Neste caso é possível associar técnicas de acupuntura para miologia funcional, pontos gatilho, etc…</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-30 fusion-one-third 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p><a title="By Anatomist90 &#091;CC BY-SA 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0)&#093;, from Wikimedia Commons" href="https://i1.wp.com/commons.wikimedia.org/wiki/File:Slide12dj.JPG?ssl=1"><img alt="Slide12dj" src="https://i1.wp.com/upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6e/Slide12dj.JPG/512px-Slide12dj.JPG?w=512&#038;ssl=1" data-recalc-dims="1"></a></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-31 fusion-one-third fusion-column-last 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="color: #800080;">Assumindo uma abordagem simples de alterações na interface anatómica mais próxima do nervo axilar a associação de técnicas harmónicas e neurodinâmicas funciona muito bem. Outras abordagens osteopáticas como mobilização articular ou técnicas músculo-esqueléticas podem ser necessárias.</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-32 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h3 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Contratura muscular</span></h3>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-33 fusion-one-half fusion-column-first 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="color: #008000;">A contratura de feixes do Deltóide é a mais fácil de tratar. Exige poucos conhecimentos anatómicos de puntura, ao contrário da tendinite do supraespinhoso ou da compressão do nervo axilar. No entanto existem uma série de variações de puntura desde várias técnicas manuais a técnicas com eletroestimulação que podem fazer a diferença. Se existirem pequenos focos inflamatórios, tensão fascial, etc… algumas dessas técnicas podem vir a ser mais importantes que outras.</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-34 fusion-one-half fusion-column-last 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="color: #800080;">Nestes casos mais simples, muitas vezes não são precisas grandes abordagens em termos de terapia manual. A acupuntura costuma resolver rapidamente. No entanto a associação com técnicas de inibição é vantajosa.</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-5 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling"  style='background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;padding-top:0px;padding-right:30px;padding-bottom:0px;padding-left:30px;border-top-width:0px;border-bottom-width:0px;border-color:#eae9e9;border-top-style:solid;border-bottom-style:solid;'><div class="fusion-builder-row fusion-row "><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-35 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Conclusão sobre dor no deltóide</span></h2>
<p>Este artigo tem 3 objetivos: chamar a atenção para a importância da análsie semiológica fundamentada em neurofisiologia e biomecânica não só para o diagnóstico como para o tratamento; mostrar que existem muitas variações algoritmicas para guidelines gerais na aplicação de técnicas de acupuntura e relembrar a importância em integrar diferentes abordagens terapêuticas para obter resultados mais satisfatórios.<br />
Existem uma grande variabilidade de técnicas, dentro e fora da acupuntura, que podem ser conjugadas. Alguns terapeutas irão preferir usar técnicas de inibição e outros técnicas de crochetagem mio-aponeurótica. Uns vão estar muito dependentes de um aparelho para acupuntura elétrica enquanto outros irão usar uma maior variabilidade de aparelhos.<br />
O artigo foi apresentado de forma muito simples propositadamente. Complicar o artigo na abordagem semiológica ou vertente terapêutica ia torná-lo demasiadamente longo e massudo tornando pouco legível para a maioria dos leitores.<br />
Espero com ele poder despertar o interesse de muitos colegas para a riqueza que é a análise semiológica, a diversidade de técnicas existentes e a importância de saber adaptar bem a técnica à análise efetuada.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div></p>
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		<title>Sindrome do canal cárpico sem cirurgia</title>
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				<pubDate>Fri, 12 May 2017 16:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Lemos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia]]></category>
		<category><![CDATA[acupuntura clinica]]></category>
		<category><![CDATA[acupuntura elétrica]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>Tratar sindrome do túnel do carpo sem cirúrgia Introdução anatómica O túnel cárpico corresponde a uma região estreita no punho por onde passa o nervo mediano. O sindrome do túnel do carpo corresponde a uma compressão do nervo. É a neuropatia de origem compressiva mais frequente. O nervo mediano tem origem nas raízes da [...]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-6 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling"  style='background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;padding-top:20px;padding-right:30px;padding-bottom:20px;padding-left:30px;border-top-width:0px;border-bottom-width:0px;border-color:#eae9e9;border-top-style:solid;border-bottom-style:solid;'><div class="fusion-builder-row fusion-row "><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-36 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 20px 0px 20px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-column-content-centered"><div class="fusion-column-content"><div class="fusion-text"><h1 style="text-align: center;">Tratar sindrome do túnel do carpo sem cirúrgia</h1>
<h2 style="text-align: center;">Introdução anatómica</h2>
<p><span style="font-size: large;"><a href="https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/nervomdiano.png?ssl=1"><img class=" wp-image-3870 alignright" src="https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/nervomdiano.png?resize=219%2C462&#038;ssl=1" alt="nervo mediano síndrome do túnel do carpo" width="219" height="462" srcset="https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/nervomdiano.png?resize=200%2C422&amp;ssl=1 200w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/nervomdiano.png?resize=300%2C632&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/nervomdiano.png?resize=400%2C843&amp;ssl=1 400w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/nervomdiano.png?resize=486%2C1024&amp;ssl=1 486w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/nervomdiano.png?fit=555%2C1170&amp;ssl=1 555w" sizes="(max-width: 219px) 100vw, 219px" data-recalc-dims="1" /></a>O túnel cárpico corresponde a uma região estreita no punho por onde passa o nervo mediano. O sindrome do túnel do carpo corresponde a uma compressão do nervo. É a neuropatia de origem compressiva mais frequente.</span><br />
<span style="font-size: large;">O nervo mediano tem origem nas raízes da C5 à D1. As raízes da C5-C7 são provenientes do cordão lateral e as raízes da C8-D1 são provenientes do cordão medial.<br />
Ele entra no braço por baixo do músculo redondo maior e segue ao longo da face medial do braço (acompanhando outros nervos do plexo braquial). Ao longo do nervo segue a artéria braquial.<br />
Segue para o antebraço através da fossa cubital. Aí dá origem a um ramo que inerva o redondo pronador.Ele segue ao longo do antebraço entre os músculos flexor superficial dos dedos e o flexor profundo dos dedos e emerge entre os tendões do flexor cubital do carpo e o flexor longo do polegar.<br />
Entra na mão através do canal cárpico e divide-se em dois ramos.<br />
O ramo recorrente que inerva músculos tenares e o ramo digital cutâneo que faz inervação cutânea na mão e outro ramo para inervar lumbricóides da mão.</span></p>
<h3 style="text-align: center;"></h3>
<h3 style="text-align: center;"></h3>
<h3 style="text-align: center;">Ao longo do seu percurso encontram-se algumas interfaces relevantes das quais destacamos as mais importantes</h3>
</div></div></div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-7 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling"  style='background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;padding-top:20px;padding-right:30px;padding-bottom:20px;padding-left:30px;border-top-width:0px;border-bottom-width:0px;border-color:#eae9e9;border-top-style:solid;border-bottom-style:solid;'><div class="fusion-builder-row fusion-row "><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-37 fusion-one-third fusion-column-first 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="imageframe-align-center"><span class="fusion-imageframe imageframe-none imageframe-1 hover-type-none"><img src="https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/vertebra-cervical.png?resize=400%2C280&#038;ssl=1" width="400" height="280" alt="túnel cárpico" title="vertebra cervical" class="img-responsive wp-image-3875" srcset="https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/vertebra-cervical.png?resize=200%2C140&amp;ssl=1 200w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/vertebra-cervical.png?resize=300%2C210&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/vertebra-cervical.png?fit=400%2C280&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 400px" data-recalc-dims="1" /></span></div><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;">Compressão das raízes nervosas a nível C6 e C7. Existem várias causas possíveis para esta compressão como sejam processos osteofiticos ou hérnias discais.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-38 fusion-one-third 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="imageframe-align-center"><span class="fusion-imageframe imageframe-none imageframe-2 hover-type-none"><img src="https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/desfiladeiro.png?resize=400%2C338&#038;ssl=1" width="400" height="338" alt="túnel cárpico desfiladeiro torácico" title="desfiladeiro torácico" class="img-responsive wp-image-3876" srcset="https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/desfiladeiro.png?resize=200%2C169&amp;ssl=1 200w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/desfiladeiro.png?resize=300%2C254&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/desfiladeiro.png?fit=400%2C338&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 400px" data-recalc-dims="1" /></span></div><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;">Síndrome de desfiladeiro torácico que provoca neuropatia compressiva por aproximação de estruturas anatómicas como a clavicula e 1ª costela. Outras estruturas anatómicas costumam estar envolvidas. Isto implica um conhecimento da biomecânica e da forma como os diferentes tecidos se influenciam.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-39 fusion-one-third fusion-column-last 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="imageframe-align-center"><span class="fusion-imageframe imageframe-none imageframe-3 hover-type-none"><img src="https://i2.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/tunel-carpo.jpg?resize=400%2C346&#038;ssl=1" width="400" height="346" alt="sindrome do túnel do carpo anatomia" title="tunel carpo cárpico" class="img-responsive wp-image-3877" srcset="https://i2.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/tunel-carpo.jpg?resize=200%2C173&amp;ssl=1 200w, https://i2.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/tunel-carpo.jpg?resize=300%2C260&amp;ssl=1 300w, https://i2.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/tunel-carpo.jpg?fit=400%2C346&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 400px" data-recalc-dims="1" /></span></div><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;">Compressão do nervo mediano do túnel cárpico. É o síndrome do túnel do carpo verdadeiro. A existência de compressão nervosa nesta interface não impede a existência de compressão noutras interfaces. A compressão do nervo pode ter várias causas desde anatómicas, traumáticas ou hormonais.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-8 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling"  style='background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;padding-top:0px;padding-right:20px;padding-bottom:0px;padding-left:20px;border-top-width:0px;border-bottom-width:0px;border-color:#eae9e9;border-top-style:solid;border-bottom-style:solid;'><div class="fusion-builder-row fusion-row "><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-40 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h1 style="text-align: center;">Causas e factores de risco do sindrome do túnel do carpo</h1>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-41 fusion-one-third fusion-column-first 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-color:#00bcd4;padding: 0px 10px 0px 10px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-column-content-centered"><div class="fusion-column-content"><div class="fusion-text"><p style="text-align: center; color: #ffffff;"><strong>Gravidez ou menopausa</strong> provocam alterações na retenção de líquidos podendo aumentar a concentração de liquidos à volta do nervo com consequente compressão do mesmo. O sindrome do canal cárpico da gravidez costuma desaparecer após o parto.</p>
</div></div></div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-42 fusion-one-third 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-color:#00bcd4;padding: 0px 10px 0px 10px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center; color: #ffffff;"><strong>Diabetes e doenças da tiróide</strong> provocam lesão dos nervos periféricos. São causas comuns de neuropatias compressivas</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-43 fusion-one-third fusion-column-last 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-color:#00bcd4;padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center; color: #ffffff;"><strong>Doenças inflamatórias como artrite reumatóide</strong> provocam inflamação nas articulações e tendões. Junto ao canal cárpico podem provocar compressão do nervo mediano.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-44 fusion-one-third fusion-column-first 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-color:#00bcd4;padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center; color: #ffffff;"><strong>Sindrome do túnel do carpo idiopático</strong> A maioria dos casos de sindrome do túnel do carpo é idiopática, ou seja, tem causas desconhecidas.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-45 fusion-one-third 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-color:#00bcd4;padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center; color: #ffffff;"><strong>Fraturas, deslocamento e canal cárpico constitucionalmente pequeno</strong> diminuem espaço de conforto do nervo gerando compressão nervosa e consequentes sintomas.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-46 fusion-one-third fusion-column-last 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-color:#00bcd4;padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center; color: #ffffff;"><strong>Outras causas</strong> como obesidade, alcoolismo, leucemia, drogas inibidoras de aromatase, etc…</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-9 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling"  style='background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;padding-top:20px;padding-right:30px;padding-bottom:20px;padding-left:30px;border-top-width:0px;border-bottom-width:0px;border-color:#eae9e9;border-top-style:solid;border-bottom-style:solid;'><div class="fusion-builder-row fusion-row "><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-47 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-color:#d3d648;padding: 20px 20px 0px 20px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="font-size: large;"><strong><span style="text-align: center; color: #ffffff;">A principal causa de túnel cárpico é a Lesão de Esforço repetido onde um esforço continuado com movimentos repetitivos promove uma lesão no nervo. Tocar instrumentos musicais ou fazer massagens são dois exemplos clássicos. Ainda não está comprovada a influência de longas horas em frente ao computador como causa desta patologia.</span></strong></span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-48 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-color:#8bc34a;padding: 20px 20px 0px 20px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-column-content-centered"><div class="fusion-column-content"><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="font-size: large;"><strong><span style="text-align: center; color: #ffffff;">Devido à existência de um conjunto de fatores tão diversificado é crucial que o paciente seja acompanhado pelo médico especialista. Nunca prescinda do diagnóstico médico. Indique ao seu médico todos os tratamentos que faz ou pensa fazer.</span></strong></span></p>
</div></div></div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-49 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 20px 20px 0px 20px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h2 style="text-align: center;">Sintomas do Síndrome do Túnel do Carpo</h2>
</div><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="font-size: large;">A compressão do nervo mediano provoca sintomas associados a regiões da mão inervadas por este nervo. As causas da compressão nervosa podem envolver outros sintomas como dor no ombro com limitações de movimento ou cervicalgia. Por entre os sintomas que compõem o quadro clinico do túnel cárpico chamamos a atenção para alguns mais importantes.</span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-50 fusion-one-half fusion-column-first 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 10px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><style type='text/css'>.reading-box-container-1 .element-bottomshadow:before,.reading-box-container-1 .element-bottomshadow:after{opacity:0.7;}</style><div class="fusion-reading-box-container reading-box-container-1" style="margin-top:5px;margin-bottom:5px;"><div class="reading-box reading-box-center" style="background-color:#ffffff;border-width:3px;border-color:#8bc34a;border-style:solid;"><div class="reading-box-description">Formigamento ou dormência na ponta dos dedos. </div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><style type='text/css'>.reading-box-container-2 .element-bottomshadow:before,.reading-box-container-2 .element-bottomshadow:after{opacity:0.7;}</style><div class="fusion-reading-box-container reading-box-container-2" style="margin-top:5px;margin-bottom:5px;"><div class="reading-box reading-box-center" style="background-color:#ffffff;border-width:3px;border-color:#8bc34a;border-style:solid;"><div class="reading-box-description">Dor tipo queimadura.</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><style type='text/css'>.reading-box-container-3 .element-bottomshadow:before,.reading-box-container-3 .element-bottomshadow:after{opacity:0.7;}</style><div class="fusion-reading-box-container reading-box-container-3" style="margin-top:5px;margin-bottom:5px;"><div class="reading-box reading-box-center" style="background-color:#ffffff;border-width:3px;border-color:#8bc34a;border-style:solid;"><div class="reading-box-description">Em casos mais severos o paciente pode referir dormência na mão toda.</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><style type='text/css'>.reading-box-container-4 .element-bottomshadow:before,.reading-box-container-4 .element-bottomshadow:after{opacity:0.7;}</style><div class="fusion-reading-box-container reading-box-container-4" style="margin-top:5px;margin-bottom:5px;"><div class="reading-box reading-box-center" style="background-color:#ffffff;border-width:3px;border-color:#8bc34a;border-style:solid;"><div class="reading-box-description">Dormência ou formigamento na palma da mão</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><style type='text/css'>.reading-box-container-5 .element-bottomshadow:before,.reading-box-container-5 .element-bottomshadow:after{opacity:0.7;}</style><div class="fusion-reading-box-container reading-box-container-5" style="margin-top:5px;margin-bottom:5px;"><div class="reading-box reading-box-center" style="background-color:#ffffff;border-width:3px;border-color:#8bc34a;border-style:solid;"><div class="reading-box-description">Dor com irradiação até ao cotovelo. Por vezes associada a dor no ombro.</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-51 fusion-one-half fusion-column-last 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 10px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><style type='text/css'>.reading-box-container-6 .element-bottomshadow:before,.reading-box-container-6 .element-bottomshadow:after{opacity:0.7;}</style><div class="fusion-reading-box-container reading-box-container-6" style="margin-top:5px;margin-bottom:5px;"><div class="reading-box reading-box-center" style="background-color:#ffffff;border-width:3px;border-color:#8bc34a;border-style:solid;"><div class="reading-box-description">É comum o agravamento dos sintomas à noite.</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><style type='text/css'>.reading-box-container-7 .element-bottomshadow:before,.reading-box-container-7 .element-bottomshadow:after{opacity:0.7;}</style><div class="fusion-reading-box-container reading-box-container-7" style="margin-top:5px;margin-bottom:5px;"><div class="reading-box reading-box-center" style="background-color:#ffffff;border-width:3px;border-color:#8bc34a;border-style:solid;"><div class="reading-box-description">Em casos mais raros algumas anastomoses do nervo mediano com o cubital podem provocar sintomas nos dedos anelar e mindinho.</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><style type='text/css'>.reading-box-container-8 .element-bottomshadow:before,.reading-box-container-8 .element-bottomshadow:after{opacity:0.7;}</style><div class="fusion-reading-box-container reading-box-container-8" style="margin-top:5px;margin-bottom:5px;"><div class="reading-box reading-box-center" style="background-color:#ffffff;border-width:3px;border-color:#8bc34a;border-style:solid;"><div class="reading-box-description">Em casos mais graves o paciente pode referir perda de força na mão e incapacidade em segurar alguns objetos: movimento de pinça débil, perda de movimentos finos, atrofia muscular.</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><style type='text/css'>.reading-box-container-9 .element-bottomshadow:before,.reading-box-container-9 .element-bottomshadow:after{opacity:0.7;}</style><div class="fusion-reading-box-container reading-box-container-9" style="margin-top:5px;margin-bottom:5px;"><div class="reading-box reading-box-center" style="background-color:#ffffff;border-width:3px;border-color:#8bc34a;border-style:solid;"><div class="reading-box-description">Dormência ou formigamento na palma da mão</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-10 nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling"  style='background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;padding-top:20px;padding-right:30px;padding-bottom:20px;padding-left:30px;border-top-width:0px;border-bottom-width:0px;border-color:#eae9e9;border-top-style:solid;border-bottom-style:solid;'><div class="fusion-builder-row fusion-row "><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-52 fusion-one-half fusion-column-first 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 20px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h3 style="text-align: center;">Diagnóstico Convencional do Sindrome do Canal cárpico</h3>
<p style="text-align: center;">O diagnóstico é feito atendendo a história clinica do paciente, resultados de exames físicos e exames médicos como a eletromiografia e o estudo de condução nervosa. Tradicionalmente são usadas a manobra de Tinel e de Phalen. O teste de Phalen é mais importante e o Teste de Tinel é considerado menos relevante devido à alta percentagem de falsos-positivos.</p>
<p style="text-align: center;">Exames de imagiologia médica, como radiografia, podem ser relevantes para estudar a existência de patologias que possam provocar sindrome do canal cárpico, como a artrite reumatóide.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-53 fusion-one-half fusion-column-last 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 20px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h3 style="text-align: center;">Tratamento convencional para síndrome do canal cárpico</h3>
<div style="text-align: center;">O tratamento convencional costumam basear-se no tratamento com anti-inflamatórios ou corticóides e fisioterapia. Em casos mais severos   (sintomas muito intensos ou atrofia da musculatura) ou refratários recorre-se às cirúrgias.</div>
<div style="text-align: center;">Na nossa opinião o tratamento clinico farmacológico convencional apresenta efeitos secundários evitáveis e a cirúrgia nunca deveria ser feita sem uma abordagem osteopática e minimamente invasiva (leia-se acupuntura) do túnel cárpico.</div>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-54 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-color:#d3d648;padding: 20px 20px 0px 20px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-column-content-centered"><div class="fusion-column-content"><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="font-size: large;"><strong><span style="text-align: center; color: #ffffff;">Muitas vezes o diagnóstico de túnel cárpico não leva em linha de conta uma análise biomecânica nem holistica o que conduz a erros de tratamento. Por exemplo, alguns pacientes com exames clinicos a indicar túnel cárpico não apresentam sinais de phalen ou tinel positivos.<br />
Por outro lado sinais de Tinel ou Phalen positivos não implica que a causa do problema esteja unicamente no canal cárpico.<br />
É preciso dar atenção a um diagnóstico holistico fundamentado em biomecânica e compreender a relação do nervo mediano com as interfaces anatómicas que com ele contactam sejam ósseas, ligamentares, musculares ou fasciais.<br />
No diagnóstico diferencial chama-se a atenção para radiculopatia C6-C7 (mais comum em pacientes com idada mais avançada) o síndrome do desfiladeiro torácico (afeta mais comumente o nervo cubital mas também pode afetar nervo mediano), compressão proximal do nervo mediano (pelos músculos flexores do antebraço) ou a tendinite de quervain.<br />
</span></strong></span></p>
</div></div></div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-55 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 20px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h2 style="text-align: center;">Tratamentos propostos pelo nosso gabinete para tratar sindrome do canal cárpico sem cirurgia</h2>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-56 fusion-one-third fusion-column-first 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 20px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h3 style="text-align: center;">Acupuntura</h3>
</div><div class="imageframe-align-center"><span class="fusion-imageframe imageframe-none imageframe-4 hover-type-none"><img src="https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/túnelcárpicoImagem2-cópia-1.jpg?resize=400%2C158&#038;ssl=1" width="400" height="158" alt="Acupuntura sindrome canal cárpico" title="túnelcárpicoImagem2 &#8211; cópia" class="img-responsive wp-image-3879" srcset="https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/túnelcárpicoImagem2-cópia-1.jpg?resize=200%2C79&amp;ssl=1 200w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/túnelcárpicoImagem2-cópia-1.jpg?resize=300%2C119&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/túnelcárpicoImagem2-cópia-1.jpg?fit=400%2C158&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 400px" data-recalc-dims="1" /></span></div><div class="fusion-text"><p>A acupuntura ou a vertente de acupuntura elétrica tem resultados muito bons no tratamento do síndrome do canal cárpico. Esta terapia pode ser usada para promover relaxamento muscular, inibir sensação de dor, diminuir a inflamação do nervo e em alguns casos diminuir ou eliminar causa compressiva do nervo. É necessário saber pensar em termos de dermoneuromodelação e miologia funcional para integrar abordagens com características especificas na acupuntura.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-57 fusion-one-third 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 0px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h3 style="text-align: center;">Osteopatia</h3>
</div><div class="imageframe-align-center"><span class="fusion-imageframe imageframe-none imageframe-5 hover-type-none"><img src="https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/osteopatia.jpg?resize=400%2C158&#038;ssl=1" width="400" height="158" alt="Osteopatia sindrome do túnel cárpico" title="osteopatia" class="img-responsive wp-image-3880" srcset="https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/osteopatia.jpg?resize=200%2C79&amp;ssl=1 200w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/osteopatia.jpg?resize=300%2C119&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/osteopatia.jpg?fit=400%2C158&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 400px" data-recalc-dims="1" /></span></div><div class="fusion-text"><p>O diagnóstico osteopático é essencial para se compreender todas as causas dos sintomas assim como a relação que os diferentes sistemas formam entre si. A osteopatia providencia uma série de técnicas desde harmónicas, músculo-energéticas, técnicas de mobilidade articular que se conseguem integrar numa abordagem coerente que permite atuar local e distalmente ao problema.</p>
<p>A Osteopatia pode ser mais indicada e substituir a acupuntura para determinadas causas do sindrome do canal cárpico ou pode atuar conjuntamente com a acupuntura para potencializar os resultados.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_3 fusion-builder-column-58 fusion-one-third fusion-column-last 1_3"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:33.33%;width:calc(33.33% - ( ( 4% + 4% ) * 0.3333 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 0px 20px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><h3 style="text-align: center;">Mobilização Neural</h3>
</div><div class="imageframe-align-center"><span class="fusion-imageframe imageframe-none imageframe-6 hover-type-none"><img src="https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/neurodinâmicasmediano.jpg?resize=400%2C158&#038;ssl=1" width="400" height="158" alt="Neurodinâmicas sindrome do túnel do carpo" title="neurodinâmicasmediano" class="img-responsive wp-image-3878" srcset="https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/neurodinâmicasmediano.jpg?resize=200%2C79&amp;ssl=1 200w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/neurodinâmicasmediano.jpg?resize=300%2C119&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/clinicadeacupuntura.pt/wp-content/uploads/2017/05/neurodinâmicasmediano.jpg?fit=400%2C158&amp;ssl=1 400w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 400px" data-recalc-dims="1" /></span></div><div class="fusion-text"><p>Técnicas de mobilização aneural pertencem à área da Osteopatia e Terapias Manuais. Devido à importância desta técnica decidimos colocá-la em separado das outras. As neurodinâmicas podem ser aplicadas na clinica e ensinadas ao paciente de forma a garantir tratamento continuado e não limitado à marquesa. Estas técnicas permitem trabalhar a capacidade de viscoelasticidade e deslizamento dos nervos sendo importantes para diminuir processos inflamatórios e diminuir a dor.</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-59 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-color:#d3d648;padding: 20px 20px 0px 20px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-column-content-centered"><div class="fusion-column-content"><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="font-size: large;"><strong><span style="text-align: center; color: #ffffff;">Além destes tratamentos é possível associar outras abordagens como suplementação, fitoterapia, kinesio tapping, alongamentos ou exercícios especificos. Fale com a nossa equipa, de acordo com a análise semiológica podemos aconselhar aqueles que nos parecem os melhores tratamentos.<br />
</span></strong></span></p>
</div></div></div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-60 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-color:#8bc34a;padding: 20px 20px 0px 20px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-column-content-centered"><div class="fusion-column-content"><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="font-size: large;"><strong><span style="text-align: center; color: #ffffff;">Para evitar o sindrome de canal cárpico deve evitar movimentos repetitivos de longa duração. Pare entre atividades e dê descanso ao nervo. Caso não consiga use exercícios de mobilidade neural para garantir que o nervo mantêm a sua capacidade de deslizamento intacta.<br />
</span></strong></span></p>
</div></div></div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-61 fusion-one-half fusion-column-first 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );margin-right: 4%;'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 20px 0px 0px 20px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="font-size: large;"><strong><span style="text-align: center; color: #8bc34a;">Estes conselhos partem da nossa experiência profissional no tratamento do sindrome do canal cárpico. Eles não prescindem de uma análsie médica. Consulte o seu médico e discuta com ele todas as alternativas possíveis. Também pode contactar a nossa equipa. Temos muito gosto em ajudar.<br />
</span></strong></span></p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_2 fusion-builder-column-62 fusion-one-half fusion-column-last 1_2"  style='margin-top:0px;margin-bottom:20px;width:50%;width:calc(50% - ( ( 4% ) * 0.5 ) );'><div class="fusion-column-wrapper" style="padding: 20px 20px 0px 0px;background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><div class="fusion-text"><p style="text-align: center;"><span style="font-size: large;"><strong><span style="text-align: center; color: #8bc34a;">BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA</span></strong></span></p>
<p>http://www.sbn.com.br/files/downloads/departamento/nervos-perifericos/compressao-do-nervo.pdf</p>
<p>&nbsp;</p>
</div><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div></p>
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		<title>Acupuntura é placebo e uma fraude?</title>
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				<pubDate>Thu, 29 Dec 2016 19:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Lemos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[acupuntura clinica]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Sem muitos rodeios vemos ataques constantes à acupunctura baseados em alguns estudos científicos. De acordo com estes a acupuntura é placebo, é uma fraude. No entanto, na mesma medida que atacam a arte das agulhas, cada vez mais médicos, fisioterapeutas e enfermeiros procuram usá-la pelos seus resultados. A acupuntura médica cresce a cada dia que passa, [...]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Sem muitos rodeios vemos ataques constantes à acupunctura baseados em alguns estudos científicos. De acordo com estes a <strong>acupuntura é placebo</strong>, é uma <strong>fraude</strong>. No entanto, na mesma medida que atacam a arte das agulhas, cada vez mais médicos, fisioterapeutas e enfermeiros procuram usá-la pelos seus resultados.</p>
<p>A acupuntura médica cresce a cada dia que passa, os fisioterapeutas criaram a fisioterapia invasiva (acupunctura) e desenvolveram técnicas mais avançadas e especifícas de acupuntura elétrica (como a EPI). Como é possível que uma fraude tão grande esteja a cativar tantos profissionais de saúde a integrá-la no seu arsenal terapêutico.</p>
<h2>Existe um consenso cada vez maior entre os médicos</h2>
<p>Cada vez mais os médicos aconselham este tratamento aos seus pacientes e a introduzem nas suas guidelines terapêuticas.<a href="#_ftn1" name="_ftnref1"><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-11 hundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling"  style='background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;padding-top:0px;padding-right:30px;padding-bottom:0px;padding-left:30px;border-top-width:0px;border-bottom-width:0px;border-color:#eae9e9;border-top-style:solid;border-bottom-style:solid;'><div class="fusion-builder-row fusion-row "><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-63 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last fusion-column-no-min-height 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url="">[1]</a>.</p>
<p>Nos EUA o apoio à acupunctura por parte da comunidade médica é mais que evidente. A Joint Comission, que acredita mais de 21000 hospitais nos EUA, recomenda a acupuntura como tratamento de primeira linha na dor. A Agency for Healthcare Research and Quality do departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA recomenda no tratamento de lombalgia<a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a>. A Sociedade Americana de Dor recomenda esta terapia<a href="#_ftn3" name="_ftnref3">[3]</a>.</p>
<p>A academia americana de médicos de família recomenda para tratar a dor<a href="#_ftn4" name="_ftnref4">[4]</a><sup>, <a href="#_ftn5" name="_ftnref5">[5]</a></sup>. Num artigo de um dos médicos da academia é afirmado:</p>
<blockquote><p>“Traditional and modern acupuncture techniques may result in reported improvement in pain patterns.“<a href="#_ftn6" name="_ftnref6">[6]</a></p></blockquote>
<p>Sobre a acupunctura no tratamento de enxaquecas esta academia de médicos de família dá uma resposta muito positiva baseada na evidência.</p>
<blockquote><p>“Acupuncture reduces the frequency of migraine headaches when used as an adjunct to, or in place of, medical management. (Strength of Recommendation: A, based on meta-analyses).”<a href="#_ftn7" name="_ftnref7">[7]</a></p></blockquote>
<p>O Colégio Americano de Saúde Ocupacional e Ambiental promove eventos a defender o uso da acupuntura na saúde ocupacional<a href="#_ftn8" name="_ftnref8">[8]</a>.</p>
<p>Fora dos EUA a história é semelhante. No Canadá os estudos sugerem o uso da acupuntura<a href="#_ftn9" name="_ftnref9">[9]</a>. As guidelines Nacionais na Escócia aconselham-na para vários tipos de dor<a href="#_ftn10" name="_ftnref10">[10]</a>. Na Austrália e Nova Zelandia, o colégio de anestesistas encontrou evidência fortes do uso de acupunctura para vários tipos de dor<a href="#_ftn11" name="_ftnref11">[11]</a>.</p>
<p>Recentemente o National Institute for Health and Care Institute retirou a acupuntura das terapêuticas eleitas para a lombalgia. Isso foi seguido de uma série de críticas à falta de objetividade e rigor do estudo por membros da comunidade médica<a href="#_ftn12" name="_ftnref12">[12]</a> e pela Australian Acupuncture and Chinese medicine Association<a href="#_ftn13" name="_ftnref13">[13]</a></p>
<h2>Acupuntura é placebo: os médicos adoram</h2>
<p>Na mesma medida que vemos muitos céticos e médicos criticarem a acupunctura (especialmente quando praticada por não médicos) também notamos um crescimento cada vez maior de associações médicas ligadas a esta prática.</p>
<p>O Brasil<a href="#_ftn14" name="_ftnref14">[14]</a>, Portugal<a href="#_ftn15" name="_ftnref15">[15]</a>, Espanha<a href="#_ftn16" name="_ftnref16">[16]</a>, França<a href="#_ftn17" name="_ftnref17">[17]</a>, Reino Unido<a href="#_ftn18" name="_ftnref18">[18]</a>, etc&#8230; Ou seja é difícil encontrar um país desenvolvido com as melhores universidades mundiais, com os melhores sistemas de saúde onde a classe médica não pretenda usar esta terapêutica para tratar os seus pacientes.</p>
<p>Poderíamos dizer que a <strong>acupuntura é placebo</strong>, que é uma fraude. E durante muitos anos os acupuntores foram (e são-no) rotulados de fraudes porque supostamente só fazem placebo. Mas recentemente o Bastonário da ordem dos Médicos defendeu que um médico que só faça placebo é um excelente médico<a href="#_ftn19" name="_ftnref19">[19]</a>. <strong>A mudança de paradigmas culturais<a href="#_ftn20" name="_ftnref20">[20]</a> e os interesses profissionais parecem jogar forte quando se trata de rotular profissionais fraudulentos.</strong></p>
<h2>Acupuntura é placebo: o problema científico e educativo</h2>
<p>Existem óbvios problemas de formulação científica. Não se pode negar a existência de problemas nos estudos científicos. No entanto, apesar destes problemas, está a tornar-se cada vez mais mainstream nos países mais desenvolvidos do mundo. Os problemas nos estudos tem estado associados à comparação de acupuntura “verdadeira” e “falsa”. No entanto, os estudos que analisam os mecanismos neurofisiológicos pelos quais trabalha estão bem realizados e começam a ter mais importância que os primeiros.</p>
<p>Outro problema está associado à forma como diferentes profissionais olham esta prática. No Ocidente é comum a existência de versões esotéricas da acupuntura (acupuntura quântica, acupuntura esotérica, etc&#8230;) ou demasiadamente tradicionalista ou fundamentada na experiência de mestres que decidimos idolatrar. Também é comum uma abordagem mais científica, pragmática, fundamentada em anátomo-fisiologia humana. Regra geral esta última forma de olhar a acupuntura é mais seguida por profissionais de saúde ao contrário dos acupuntores. <strong>Ou seja existe um claro choque de valores no que concerne à importância que devemos dar relativamente à tradição, a crenças ou a raciocínio lógico.</strong></p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>A <strong>acupuntura é placebo</strong>? Será uma fraude? Apesar dos problemas existentes com alguns tipos de estudos, na forma como desejamos ler os seus resultados ou no choque cultural entre diferentes tipos de praticantes uma coisa não se pode negar: esta terapêutica está para ficar e cada vez mais se mostra como um tratamento de primeira linha para a dor.</p>
<p>Os seus resultados clínicos, a segurança inerente à prática e o facto de ser economicamente acessível torna esta prática apetecível para muitos profissionais de saúde.</p>
<p>O facto que após ter sido usada durante muitos anos por profissionais com poucas qualificações (seja clínicas ou técnicas) e de ter dado tantos problemas em termos de formulação científica consiga ganhar cada vez mais respeito deve dizer-nos alguma coisa sobre o seu potencial clínico.</p>
<p>O facto que se tentam definir cada vez mais técnicas revolucionárias que são em tudo idênticas à acupunctura como a punção seca, EPI ou PTNS (posterior tibial nerve stimulation) deveria dizer-nos algo acerca do seu potencial terapêutico.</p>
<p><strong>E para si a acupuntura é placebo? Será a acupuntura uma fraude?</strong></p>
<h3>Notas de fim de texto</h3>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> <a href="https://www.change.org/p/jimmy-wales-clean-up-the-wikipedia-acupuncture-page-to-reflect-medical-and-scientific-consensus?recruiter=515802479&amp;utm_source=share_petition&amp;utm_medium=facebook&amp;utm_campaign=share_for_starters_page&amp;utm_term=des-lg-no_src-no_msg">https://www.change.org/p/jimmy-wales-clean-up-the-wikipedia-acupuncture-page-to-reflect-medical-and-scientific-consensus?recruiter=515802479&amp;utm_source=share_petition&amp;utm_medium=facebook&amp;utm_campaign=share_for_starters_page&amp;utm_term=des-lg-no_src-no_msg</a></p>
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2">[2]</a> https://effectivehealthcare.ahrq.gov/ehc/products/553/2327/back-pain-treatment-clinician-161115.pdf</p>
<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3">[3]</a> <a href="http://annals.org/aim/article/736814/diagnosis-treatment-low-back-pain-joint-clinical-practice-guideline-from">http://annals.org/aim/article/736814/diagnosis-treatment-low-back-pain-joint-clinical-practice-guideline-from</a></p>
<p><a href="#_ftnref4" name="_ftn4">[4]</a> <a href="http://www.aafp.org/afp/2009/0901/p481.html">http://www.aafp.org/afp/2009/0901/p481.html</a></p>
<p><a href="#_ftnref5" name="_ftn5">[5]</a> <a href="http://www.aafp.org/afp/2016/0901/p369.html">http://www.aafp.org/afp/2016/0901/p369.html</a></p>
<p><a href="#_ftnref6" name="_ftn6">[6]</a> <a href="http://www.aafp.org/afp/2009/0901/p481.html">http://www.aafp.org/afp/2009/0901/p481.html</a></p>
<p><a href="#_ftnref7" name="_ftn7">[7]</a> <a href="http://www.aafp.org/afp/2010/0415/p1036.html">http://www.aafp.org/afp/2010/0415/p1036.html</a></p>
<p><a href="#_ftnref8" name="_ftn8">[8]</a> <a href="http://www.acoem.org/MyACOEM/Event.aspx?id=13169">http://www.acoem.org/MyACOEM/Event.aspx?id=13169</a></p>
<p><a href="#_ftnref9" name="_ftn9">[9]</a> file:///Users/apple/Downloads/acupuncture_evidence_from_systematic_reviews_and_meta_analyses.pdf</p>
<p><a href="#_ftnref10" name="_ftn10">[10]</a> http://www.sign.ac.uk/pdf/SIGN136.pdf</p>
<p><a href="#_ftnref11" name="_ftn11">[11]</a> <a href="https://search.informit.com.au/documentSummary;dn=475921796102541;res=IELHEA">https://search.informit.com.au/documentSummary;dn=475921796102541;res=IELHEA</a></p>
<p><a href="#_ftnref12" name="_ftn12">[12]</a> <a href="http://blogs.bmj.com/aim/2016/11/30/too-nice/">http://blogs.bmj.com/aim/2016/11/30/too-nice/</a></p>
<p><a href="#_ftnref13" name="_ftn13">[13]</a> <a href="http://createsend.com/t/j-405A1B0C2F4B694A">http://createsend.com/t/j-405A1B0C2F4B694A</a></p>
<p><a href="#_ftnref14" name="_ftn14">[14]</a> <a href="http://cmba.org.br/materias.asp?id=21&amp;materia=4&amp;conteudo=Acupuntura+M%C3%A9dica+no+Brasil+-+Um+Breve+Hist%C3%B3rico">http://cmba.org.br/materias.asp?id=21&amp;materia=4&amp;conteudo=Acupuntura+M%C3%A9dica+no+Brasil+-+Um+Breve+Hist%C3%B3rico</a></p>
<p><a href="#_ftnref15" name="_ftn15">[15]</a> <a href="http://www.spma.pt/">http://www.spma.pt/</a></p>
<p><a href="#_ftnref16" name="_ftn16">[16]</a> <a href="http://www.same-acupuntura.org/">http://www.same-acupuntura.org/</a></p>
<p><a href="#_ftnref17" name="_ftn17">[17]</a> <a href="http://www.medecine.univ-nantes.fr/1207229306180/0/fiche___formation/">http://www.medecine.univ-nantes.fr/1207229306180/0/fiche___formation/</a></p>
<p><a href="#_ftnref18" name="_ftn18">[18]</a> <a href="http://www.medical-acupuncture.co.uk/Default.aspx?tabid=121">http://www.medical-acupuncture.co.uk/Default.aspx?tabid=121</a></p>
<p><a href="#_ftnref19" name="_ftn19">[19]</a> <a href="http://www.tempomedicina.com/noticias/31762">http://www.tempomedicina.com/noticias/31762</a></p>
<p><a href="#_ftnref20" name="_ftn20">[20]</a> <a href="http://www.latimes.com/opinion/op-ed/la-oe-kaptchuk-honest-placebo-20161219-story.html">http://www.latimes.com/opinion/op-ed/la-oe-kaptchuk-honest-placebo-20161219-story.html</a><div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div></p>
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		<title>Acupuntura clinica explicada de forma muito simples</title>
		<link>https://clinicadeacupuntura.pt/acupuntura-clinica/</link>
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				<pubDate>Sat, 19 Sep 2015 10:29:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Lemos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[acupuntura clinica]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>O que é a Acupuntura clinica? A acupuntura clinica é uma técnica de tratamento com origem na medicina chinesa que consiste na inserção de agulhas em determinadas zonas do corpo. Na teoria tradicional chinesa considera-se que a inserção de agulhas vai ativar o livre fluir do qi e regularizar o yin e yang do corpo. Os chamados pontos [...]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<h3>O que é a Acupuntura clinica?</h3>
<p>A acupuntura clinica é uma técnica de tratamento com origem na medicina chinesa que consiste na inserção de agulhas em determinadas zonas do corpo. Na teoria tradicional chinesa considera-se que a inserção de agulhas vai ativar o livre fluir do qi e regularizar o yin e yang do corpo.<br />
Os chamados pontos de acupunctura, regiões onde se colocam as agulhas, foram catalogados ao longo de milhares de anos pelos chineses. Actualmente existem milhares de pontos descritos no corpo.<br />
Consoante o problema da pessoa são seleccionados vários pontos nos quais se inserem as agulhas de acupunctura.</p>
<h3>Como é uma agulha de acupuntura clinica?</h3>
<p>Uma agulha de acupuntura clinica é formada pelo cabo, base, corpo e ponta. É uma agulha muito fina que é capaz de passar pelo lúmen de uma agulha usada em injecções.<br />
Além de muito fina é flexível o que permite dobrar sem partir.</p>
<h3>Quais os riscos inerentes à acupuntura clinica?</h3>
<p>Caso a acupuntura clinica seja feita por um profissional devidamente credenciado os riscos associados a esta prática são praticamente nulos. O risco de contágio de doenças infecciosas é nulo uma vez que as agulhas são esterilizadas e descartáveis.</p>
<h3>A acupuntura clinica resulta em todas as pessoas?</h3>
<p>Não. Em primeiro lugar devemos certificar-nos que está a ser usada numa queixa onde tem realmente acção como na analgesia. Mesmo nesses casos a Acupunctura clinica funciona em aproximadamente 70 a 80% dos pacientes.</p>
<h3>É seguro fazer acupuntura clinica?</h3>
<p>Se a formação do terapeuta for boa é perfeitamente segura. Regra geral são usadas agulhas descartáveis. Estas agulhas esterilizadas são usadas só uma vez num paciente e depois enviadas para um contentor especial. Além das agulhas o terapeuta também deve usar algumas regras de assepsia básicas como desinfectar a pele e usar ou luvas ou algodão para não entrar em contacto com o corpo da agulha.<br />
Ao contrário do que referido por médicos, a <strong>acupuntura clinica</strong> é perfeitamente segura se feita por terapeutas, alguns com mais formação e treino que os médicos.<br />
No entanto, face à variedade de cursos o paciente deve sempre interrogar o terapeuta sobre o seu tipo de curso relativamente ao número de horas práticas e teóricas e duração do mesmo. Deve também pedir para ver o diploma de fim de curso pois muitas pessoas que exercem nem sequer têm curso feito.</p>
<h3>Quais as doenças onde a acupuntura clinica pode ser usada?</h3>
<p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera que esta terapêutica pode ser útil em diversas patologias das quais se destacam:<br />
Problemas respiratórios como asma.<br />
Problemas digestivos como obstipação, diarreia, vómitos, dor de estômago, náuseas, etc…<br />
Problemas do sistema nervoso como dores, paralisias, incontinência urinária.<br />
Problemas da garganta nariz e ouvidos como dor nos ouvidos, congestão nasal, inflamação dos seios peri nasais.<br />
Estes são alguns dos exemplos de problemas de saúde onde esta terapia pode ser usada com benefício para o paciente.</p>
<h3>A acupuntura clinica cura todas as doenças em que é usada?</h3>
<p>Não. Em algumas doenças a acupuntura clinica pode curar totalmente. No entanto noutras a acupuntura clinica pode ser usada para tratar aliviando os sintomas e dando maior qualidade de vida mas sem curar a causa propriamente dita.<br />
Por outro lado também se deve referir que o facto da acupuntura clinica ser boa no tratamento de algumas doenças não significa que ofereça cura total. Imensos estudos científicos demonstram que algumas pessoas ficam totalmente curadas enquanto que outras apresentam melhoras nos sintomas mas não o seu completo desaparecimento. Estes estudos também demonstram que há sempre uma parte dos pacientes que não responde favoravelmente aos tratamentos.</p>
<h3>A acupuntura clinica é dolorosa?</h3>
<p>Na China não se considera que a acupuntura clinica seja dolorosa. As sensações obtidas são sentidas como se fosse o Qi e como tal são vistas como benéficas. No entanto, no Ocidente, as sensações obtidas como dormência, peso, frio, calor, formigueiro podem ser consideradas por algumas pessoas como incomodativas. A sensação de choque, muito comum, pode ser considerada como dor por muitas pessoas.<br />
Existem pacientes que são hiposensíveis à acupuntura clinica. Nestes casos a acupuntura não irá provocar muita dor. No outro extremo existem pacientes hipersensíveis que se podem queixar de muita dor.<br />
O desconforto que o paciente pode sentir pode ter origem: (1) no nervosismo da 1ª consulta, (2) no uso frequente de pontos mais dolorosos e (3) no hábito de se fazerem manipulações mais fortes que o usual obtendo um efeito de “chamada de Qi” mais forte.<br />
Na medida que os tratamentos decorrem alguns pacientes começam a ficar mais sensíveis com a estimulação das agulhas e podem desenvolver alguma intolerância às agulhas.</p>
<h3>Onde me posso aconselhar?</h3>
<p>Se tiver dúvidas não hesite em perguntar. No nosso site, ou nos sites indicados do lado direito, podemos responder às suas dúvidas mantendo a sua privacidade e dando uma segunda opinião caso deseje. Também posso recomendar diferentes terapeutas, consoante o seu problema, com especialidades nas diferentes áreas da medicina chinesa como dietética, fitoterapia, massagem e acupuntura.</p>
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		<title>3 pilares da acupuntura: raciocínico, localização, manipulação</title>
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				<pubDate>Thu, 25 Jun 2015 14:08:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Lemos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[acupuntura clinica]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Pilares da acupuntura A acupunctura é baseada em 3 pilares principais. Qualquer forma de acupunctura possui estes 3 pilares. Não interessa se o leitor é um médico acupuntor ou simplesmente gosta de associar esta terapia com ideias esotéricas como astrologia, religião e energias cósmicas. Qualquer forma de acupunctura existente possui estes 3 pilares. Aos 3 pilares [...]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Pilares da acupuntura</strong></h3>
<p>A acupunctura é baseada em 3 pilares principais. Qualquer forma de acupunctura possui estes 3 pilares. Não interessa se o leitor é um médico acupuntor ou simplesmente gosta de associar esta terapia com ideias esotéricas como astrologia, religião e energias cósmicas. Qualquer forma de acupunctura existente possui estes 3 pilares.</p>
<p>Aos 3 pilares da acupuntura eu vou chamar: deteção, manipulação e raciocínio. Vamos analisar cada um destes pilares da acupuntura em separado.</p>
<h4><strong>Pilares da acupuntura: </strong>detecção</h4>
<p>Faz referência à deteção das zonas do corpo a punturar. Isto não significa ser capaz de encontrar os pontos de acupuntura regulares. Não é único na acupuncctura tradicional. Por exemplo, nos pontos gatilho temos de saber detetar as áreas onde queremos inserir as agulhas.</p>
<p>Mesmo na acupunctura tradicional chinesa existem divergências de opinião sobre a localização dos pontos ou os pontos a punturar. Por exemplo algumas escolas defendem que é relevante usar os pontos regulares enquanto outras escolas referem que o mais importante é fazer palpação ao longo do meridiano, procurar pontos de maior tensão ou fraqueza e punturá-los.</p>
<p>Este primeiro dos 3 pilares da acupuntura, costuma ser ensinado numa cadeira intitulada “topografia dos pontos e meridianos”. No entanto ele é mais abrangente que a própria cadeira uma vez que essa disciplina costuma ser mais focada na localização dos pontos de acupuntura regulares e extra da acupuntura tradicional chinesa.</p>
<h4><strong>Pilares da acupuntura: manipulação</strong></h4>
<p>Este é o segundo dos pilares da acupuntura e está relacionado com o tipo de manipulações ou técnicas acessórias que se usam na puntura. Diferentes ângulos de inserção, diferentes profundidades de inserção da agulha são alguns aspetos relevantes.</p>
<p>Outros estão relacionados com formas de manipulação da agulha. Algumas mais tradicionais são manipulações essencialmente manuais. Outras formas de manipulação mais modernas envolvem a eletropuntura e em alguns casos a estimulação do ponto sem agulhas como acontece na laserpuntura.</p>
<p>Estas formas de manipulação são condicionadas por vários fatores entre os quais se contam (1) a região do corpo a ser punturada, (2) o tipo de sintoma que se pretende tratar ou, por exemplo (3) a adoção de determinada escola de pensamento mais tradicional.</p>
<p>Nos cursos de medicina chinesa os alunos costumam ser apresentados a este pilar em disciplinas próprias para manipulação. Na ESMTC esta disciplina é conhecida como “Introdução à acupuntura e moxibustão”.</p>
<h4><strong>pilares da acupuntura: raciocínio</strong></h4>
<p>Este último pilar da acupuntura faz referência à teoria subjacente à nossa forma de selecionar pontos para tratar um determinado problema. Por exemplo, na acupuntura tradicional chinesa existem diversas escolas de pensamento. Algumas dão mais atenção a pontois shu das costas e um da frente, outras preferem o uso de pontos yuan com pontos shu das costas, etc…</p>
<p>Também existem profissionais que se focam mais em microssistemas enquanto outros misturam acupunctura regular com microssistemas. Fora da acupunctura tradicional ou de meios esotéricos existem outras formas de pensar a acupunctura: sistema nervoso, miologia funcional, trigger points, etc…</p>
<p>Muita da eficácia terapêutica advêm da capacidade do profissional em saber definir qual o melhor método de pensamento para tratar um paciente. Em particular quando sabe associar os 3 pilares mencionados neste artigo.</p>
<p>Atualmente estou a tratar uma paciente com artrite reumatoide. Essa paciente tratou-se durante quase 3 anos com outro acupuntor sem sucesso. Depois que se começou a tratar comigo a paciente ficou, pela primeira vez em muitos anos, sem colocar um único dia de baixa durante todo o ano. Os próprios familiares e amigos notam diferenças enormes na forma como anda que denota a existência de muito menos dor.</p>
<p>Estes resultados foram possíveis porque existem diferenças significativas nos 3 pilares da acupuntura usados pelo antigo acupuntor e por mim. Saber quais os pontos a detetar, saber quais as melhores manipulações e saber qual o melhor método de seleção de pontos para aquela paciente foram fundamentais para aliviar a dor e melhorar a qualidade de vida.</p>
<h3><strong>Um exemplo clinico </strong></h3>
<p>O mais interessante é que apesar desta ser a apresentação normal dos 3 pilares da acupuntura, na clinica eles confundem-se e não seguem necessariamente esta ordem. Irei usar um exemplo clinico, baseado num caso clinico real como sempre, para explicar como se podem usar estes 3 pilares da acupuntura. Para o fazer irei inverter a ordem de apresentação dos mesmos.</p>
<p>Um paciente aparece com queixa de ciática no consultório. O paciente refere dor na face anterior da perna e dormência entre o 1º e o 2º metatarso. Existindo somente estes dados como é que trato este caso?</p>
<p>Olhando para os sintomas do paciente noto que existe dor ao longo do nervo peroneal profundo e dormência na área de inervação cutânea do mesmo nervo. Através da palpação noto que não existem pontos gatilho (DETEÇÃO). Logo seleciono o método de seleção de pontos de acordo com o sistema nervoso para tratar este caso (RACIOCINIO). Ao selecionar este método decido aplicar eletropuntura (MANIPULAÇÃO) numa dada região e decido usar diferentes graus de profundidade na inserção da agulha sendo que em dados pontos de acupuntura (DETEÇÃO) vou usar puntura profunda para estimular diretamente o nervo (MANIPULAÇÃO e RACIOCÍNIO) e noutros pontos de acupuntura (DETEÇÃO) uma puntura mais superficial para estimular a inervação cutânea do mesmo nervo (MANIPULAÇÃO e RACÍOCINIO).</p>
<h3><strong>Conclusão</strong></h3>
<p>A acupunctura tem 3 pilares essenciais: deteção, manipulação e raciocínio. Cada um destes pilares da acupuntura é um mundo por si mesmo com alguns aspetos mais complexos que, por vezes, tornam difícil o seu domínio. É a capacidade do acupuntor em dominar estes 3 pilares da acupuntura que vai definir, muitas vezes, o sucesso do insucesso clinico.</p>
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		<title>Tratar com medicina chinesa 10 doenças sintomas</title>
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				<pubDate>Mon, 22 Jun 2015 11:13:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Lemos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Medicina Chinesa]]></category>
		<category><![CDATA[acupuntura clinica]]></category>
		<category><![CDATA[medicina integrada]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Tratar com medicina chinesa várias doenças Neste artigo indico algumas doenças ou sintomas que respondem muito bem à acupunctura e fitoterapia e as quais os pacientes deviam tratar com medicina chinesa. Não perca esta pequena lista de patologias e doenças a tratar com medicina chinesa. Lista de doenças ou sintomas a tratar com medicina chinesa [...]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Tratar com medicina chinesa várias doenças</span></h1>
<p><span class="fusion-dropcap dropcap">N</span>este artigo indico algumas doenças ou sintomas que respondem muito bem à acupunctura e fitoterapia e as quais os pacientes deviam tratar com medicina chinesa.<br />
Não perca esta pequena lista de patologias e doenças a tratar com medicina chinesa.</p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Lista de doenças ou sintomas a tratar com medicina chinesa</span></h2>
<p><div class="fusion-fa-align-left"><i class="fb-icon-element-1 fb-icon-element fontawesome-icon fa fa-stethoscope circle-yes fa-rotate-yes" style="font-size:17.6px;line-height:33.2px;height:35.2px;width:35.2px;border-width:1px;margin-right:10px;"></i></div><style>i.fontawesome-icon.fb-icon-element-1{ color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}i.fontawesome-icon.fb-icon-element-1:hover { color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}</style> <strong>Paralisia facial</strong></p>
<p><span class="fusion-dropcap dropcap">A</span>cupunctura elétrica deveria ser um tratamento de eleição para a paralisia facial periférica. Infelizmente não é um tratamento para todos os pacientes pois alguns tem fobia a agulhas. No entanto a acupuntura elétrica melhora a resposta do paciente ao estímulo ativo dos músculos faciais fazendo com que os pacientes recuperem muito mais rapidamente.</p>
<p><div class="fusion-fa-align-left"><i class="fb-icon-element-2 fb-icon-element fontawesome-icon fa fa-stethoscope circle-yes fa-rotate-yes" style="font-size:17.6px;line-height:33.2px;height:35.2px;width:35.2px;border-width:1px;margin-right:10px;"></i></div><style>i.fontawesome-icon.fb-icon-element-2{ color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}i.fontawesome-icon.fb-icon-element-2:hover { color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}</style> <strong> Síndrome intestino irritável</strong></p>
<p><span class="fusion-dropcap dropcap">N</span>este caso a acupuntura seria um tratamento complementar à fitoterapia chinesa pois presenta resultados muito bons no tratamento da dor e no alivio de algumas queixas como diarreia.</p>
<p>No entanto se quer ter resultados rápidos e duradoures precisa tomar fitoterapia. A fitoterapia chinesa deveria ser um tratamento de eleição para pacientes com síndrome do intestino irritável.</p>
<p><div class="fusion-fa-align-left"><i class="fb-icon-element-3 fb-icon-element fontawesome-icon fa fa-stethoscope circle-yes fa-rotate-yes" style="font-size:17.6px;line-height:33.2px;height:35.2px;width:35.2px;border-width:1px;margin-right:10px;"></i></div><style>i.fontawesome-icon.fb-icon-element-3{ color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}i.fontawesome-icon.fb-icon-element-3:hover { color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}</style> <strong> Artroses</strong></p>
<p><span class="fusion-dropcap dropcap">T</span>ratamentos muito simples de acupuntura, para os quais não são necessários grandes conhecimentos, obtêm resultados excelentes no alívio da dor, na diminuição de processos inflamatórios e, em alguns casos, numa maior amplitude de movimento.</p>
<p>A acupunctura não cura as artroses mas oferece uma grande qualidade de vida aos pacientes.</p>
<p><div class="fusion-fa-align-left"><i class="fb-icon-element-4 fb-icon-element fontawesome-icon fa fa-stethoscope circle-yes fa-rotate-yes" style="font-size:17.6px;line-height:33.2px;height:35.2px;width:35.2px;border-width:1px;margin-right:10px;"></i></div><style>i.fontawesome-icon.fb-icon-element-4{ color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}i.fontawesome-icon.fb-icon-element-4:hover { color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}</style> <strong> Artrite reumatóide</strong></p>
<p><span class="fusion-dropcap dropcap">N</span>ão responde tão bem à acupuntura como as artroses. Na maioria dos casos vai ser necessária acupuntura elétrica e bons resultados exigem um acupunturista com bons conhecimentos e prática clinica.</p>
<p>Na presença de um acupunturista com estas caracteristicas é possível aliviar dor e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.</p>
<p>Fatores como idade, peso ou medicação podem ser condicionantes na resposta ao tratamento.</p>
<p>A fitoterapia pode ser usada juntamente com a acupuntura sendo que obtêm resultados muito bons no alivio da dor e na melhoria da qualidade de vida.</p>
<p><div class="fusion-fa-align-left"><i class="fb-icon-element-5 fb-icon-element fontawesome-icon fa fa-stethoscope circle-yes fa-rotate-yes" style="font-size:17.6px;line-height:33.2px;height:35.2px;width:35.2px;border-width:1px;margin-right:10px;"></i></div><style>i.fontawesome-icon.fb-icon-element-5{ color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}i.fontawesome-icon.fb-icon-element-5:hover { color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}</style> <strong> Sinusite</strong></p>
<p><span class="fusion-dropcap dropcap">O</span> principal tratamento para o alívio da sinusite é a fitoterapia. A acupuntura na sinuiste tem grande utilidade auxiliando no alívio de sintomas como congestão nasal e em particular no alívio da dor provocada pela sinusite.</p>
<p><div class="fusion-fa-align-left"><i class="fb-icon-element-6 fb-icon-element fontawesome-icon fa fa-stethoscope circle-yes fa-rotate-yes" style="font-size:17.6px;line-height:33.2px;height:35.2px;width:35.2px;border-width:1px;margin-right:10px;"></i></div><style>i.fontawesome-icon.fb-icon-element-6{ color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}i.fontawesome-icon.fb-icon-element-6:hover { color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}</style> <strong>Ciática</strong></p>
<p><span class="fusion-dropcap dropcap">A</span>s ciatalgias respondem muito bem aos tratamentos de acupºuntura. Especialmente acupuntura elétrica. As várias etiologias da dor ciática como hérnia, estenose da canal, síndrome do piramidal, inflamaão do nervo, respondem positivamente aos tratamentos de acupuntura.</p>
<p>A fitoterapia é um complemento excelente no alívio da dor ciática. Neste caso a fitoterapia é dirigida para o padrão clinico que provoca a dor (estase de sangue, humidade-frio, humidade-calor, etc&#8230;).</p>
<p><div class="fusion-fa-align-left"><i class="fb-icon-element-7 fb-icon-element fontawesome-icon fa fa-stethoscope circle-yes fa-rotate-yes" style="font-size:17.6px;line-height:33.2px;height:35.2px;width:35.2px;border-width:1px;margin-right:10px;"></i></div><style>i.fontawesome-icon.fb-icon-element-7{ color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}i.fontawesome-icon.fb-icon-element-7:hover { color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}</style> <strong>Cervico-braquialgia</strong></p>
<p><span class="fusion-dropcap dropcap">A</span>s cervicobraquialgias caracterizam-se por dor, dormência e alteração de movimento no membro superior e pescoço.</p>
<p>Tal como nas ciatalgias tratar com medicina chinesa as cervico-braquialgias é aposta ganha especialmente com acupuntura.</p>
<p>A acupuntura tem resultados excelentes no alívio de dor, dormência e alteração de mobilidade nas cervico-braquialgias.</p>
<p>Tal como nas ciatalgias a fitoterapia é um complemento excelente aos tratamentos de acupuntura.</p>
<p><div class="fusion-fa-align-left"><i class="fb-icon-element-8 fb-icon-element fontawesome-icon fa fa-stethoscope circle-yes fa-rotate-yes" style="font-size:17.6px;line-height:33.2px;height:35.2px;width:35.2px;border-width:1px;margin-right:10px;"></i></div><style>i.fontawesome-icon.fb-icon-element-8{ color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}i.fontawesome-icon.fb-icon-element-8:hover { color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}</style> <strong>Insónia</strong></p>
<p><span class="fusion-dropcap dropcap">D</span>iferentes causas da insônia poderão condicionar a resposta aos tratamentos de medicina chinesa. No entanto tratar com medicina chinesa a insônia é uma aposta quase ganha sendo que tanto a acupuntura como a fitoterapia obtêm resultados muito satisfatórios no alívio de alterações do padrão de sono normal.</p>
<p><div class="fusion-fa-align-left"><i class="fb-icon-element-9 fb-icon-element fontawesome-icon fa fa-stethoscope circle-yes fa-rotate-yes" style="font-size:17.6px;line-height:33.2px;height:35.2px;width:35.2px;border-width:1px;margin-right:10px;"></i></div><style>i.fontawesome-icon.fb-icon-element-9{ color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}i.fontawesome-icon.fb-icon-element-9:hover { color: #ffffff; background-color: green; border-color: #333333;}</style> <strong>Depressão leve e moderada</strong></p>
<p><span class="fusion-dropcap dropcap">D</span>epressão major não responde a tratamentos de acupuntura. No entanto existem estudos a indicar respostas muito boas em pacientes com depressão leve a moderada.</p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #00ff00;">Conclusão</span></h2>
<p>Os vários tratamentos da medicina chinesa (acupunctura e fitoterapia) são particularmente úteis no alívio dos sintomas, tratamento ou recuperação de lesões indicadas neste artigo. Mas existem outras patologias ou sintomas que respondem bem a estes tratamentos.<br />
Quais outras doenças o leitor acha passíveis de se tratar com medicina chinesa com grande sucesso?</p>
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		<title>Acupuntura na gravidez</title>
		<link>https://clinicadeacupuntura.pt/acupuntura-na-gravidez/</link>
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				<pubDate>Fri, 19 Jun 2015 13:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Lemos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[acupuntura clinica]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Existem grandes vantagens do uso da acupuntura na gravidez. Em primeiro lugar a acupuntura não tem efeitos secundários e não afeta o bebé (desde que feita por um profissional qualificado) e em segundo lugar a acupuntura tem um efeito clinico (apesar de existirem disputas cientificas) positivo em algumas queixas comuns em grávidas como seja quadros álgicos [...]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Existem grandes vantagens do uso da <strong>acupuntura na gravidez</strong>. Em primeiro lugar a acupuntura não tem efeitos secundários e não afeta o bebé (desde que feita por um profissional qualificado) e em segundo lugar a acupuntura tem um efeito clinico (apesar de existirem disputas cientificas) positivo em algumas queixas comuns em grávidas como seja quadros álgicos (dor), bebé pélvico, como provável facilitador do trabalho de parto, insónia, entre outros.</p>
<h3><a href="http://clinicadeacupuntura.pt/acupuntura/">Vantagens da acupuntura</a> na gravidez:</h3>
<p><strong><div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-12 hundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling"  style='background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;padding-top:0px;padding-right:30px;padding-bottom:0px;padding-left:30px;border-top-width:0px;border-bottom-width:0px;border-color:#eae9e9;border-top-style:solid;border-bottom-style:solid;'><div class="fusion-builder-row fusion-row "><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-64 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last fusion-column-no-min-height 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><span class="fusion-dropcap dropcap">V</span>ómitos e enjoos</strong>: de acordo com alguns trabalhos na biologia evolutiva o vômito na gravidez é uma estratégia de defesa do feto contra alimentos tóxicos contra os quais ele não tem defesas. Vários factos sustentam esta tese:</p>
<p>(1) as náuseas e vômitos são mais intensos na fase inicial da gravidez quando o feto é mais susceptível</p>
<p>(2) alimentos mais amargos e condimentados são os que tem maior probabilidade de provocar um aborto</p>
<p>(3) alimentos mais amargos e condimentados tem mais probabilidade de provocar vômitos e enjoos.</p>
<p>(4) maior prevalência de abortos em mulheres que não sofreram enjoos ou vômitos.</p>
<p>(5) o corpo da mulher adapta-se para eliminar toxinas mais eficazmente: intestinos trabalham mais lentamente, fluxo sanguíneo para os rins aumenta, fígado eleva produção de enzimas, o nariz torna-se mais sensível a cheiros.</p>
<p>(6) em alguns casos o desejo de comer argila é explicado pelo facto da argila reduzir absorção de toxinas para a corrente sanguínea. Ou seja, regra geral não se tratam os vômitos e os enjoos.</p>
<p>Mas obviamente que se se tornar um sintoma muito problemático terá de ser abordado por parte do médico. Ou do acupuntor. A acupuntura pode ajudar a aliviar vômitos e enjoos durante a gravidez podendo tentar substituir-se, ou diminuir, medicamentos ocidentais. No entanto não deve alterar a sua medicação sem um trabalho conjunto do seu médico com o seu acupuntor.</p>
<p><strong><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-65 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last fusion-column-no-min-height 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><span class="fusion-dropcap dropcap">D</span>or</strong>: Tratamento de lombalgias, ciática, dor de cabeça, tensão muscular em grávidas com acupuntura melhora a qualidade de vida da grávida e pode, em alguns casos, substituir medicação mais agressiva.</p>
<p><strong><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-66 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last fusion-column-no-min-height 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><span class="fusion-dropcap dropcap">I</span>nsônia e ansiedade</strong>: Regra geral a gravidez provoca sonolência. Mas algumas mulheres grávidas sofrem de insónia. A acupuntura na gravidez pode e deve ser direcionada para o tratamento deste sintoma.</p>
<p>A acupuntura na gravidez também pode ser usada para aliviar a ansiedade da mulher grávida. Através da mãe é possível ajudar a relaxar o feto e favorecer o seu desenvolvimento.</p>
<p><strong><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-67 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last fusion-column-no-min-height 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><span class="fusion-dropcap dropcap">A</span> acupuntura na gravidez trata bebê pélvico</strong>: Existem pontos de acupuntura e técnicas que podem ser feitas em casa pela grávida para virar o bebê sentado. Estes tratamentos devem começar a ser feitos pelo final do 7º mês de gravidez e 8º mês de gravidez de forma a virar o bebé sentado e preparar o parto.</p>
<p><strong><div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-68 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last fusion-column-no-min-height 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><span class="fusion-dropcap dropcap">T</span>rabalho de parto</strong>: a acupuntura na gravidez pode ser bastante útil para ajudar a diminuir as dores de parto e facilitar o trabalho de parto.</p>
<p>Além de ser usada na gestação a acupuntura também pode ser usada após a gestação. Mas isso é outro artigo.<div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div></p>
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		<title>Acupuntura moderna</title>
		<link>https://clinicadeacupuntura.pt/acupuntura-moderna/</link>
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				<pubDate>Fri, 19 Jun 2015 12:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Lemos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[acupuntura clinica]]></category>
		<category><![CDATA[acupuntura elétrica]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>O que é acupuntura moderna? A cupuntura moderna refere-se ao raciocínio subjacente ao uso de agulhas de acupunctura em bases científicas. Ou seja a acupuntura moderna parte de princípios fisiológicos e anatómicos e não da teoria dos meridianos. Acupuntura moderna é um termo que eu cunhei para este site (não fui eu a inventar o termo obviamente) [...]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<h2>O que é acupuntura moderna?</h2>
<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-13 hundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling"  style='background-color: rgba(255,255,255,0);background-position: center center;background-repeat: no-repeat;padding-top:0px;padding-right:30px;padding-bottom:0px;padding-left:30px;border-top-width:0px;border-bottom-width:0px;border-color:#eae9e9;border-top-style:solid;border-bottom-style:solid;'><div class="fusion-builder-row fusion-row "><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-69 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last fusion-column-no-min-height 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><span class="fusion-dropcap dropcap">A</span> cupuntura moderna refere-se ao raciocínio subjacente ao uso de agulhas de acupunctura em bases científicas. <strong>Ou seja a acupuntura moderna parte de princípios fisiológicos e anatómicos e não da teoria dos meridianos.</strong><br />
Acupuntura moderna é um termo que eu cunhei para este site (não fui eu a inventar o termo obviamente) mas que se pode chamar acupunctura científica. É fundamentada na anatomo-fisiologia humana e estudos científicos.</p>
<h2>Mas o sistema de meridianos não é pensado na anatomo-fisiologia humana?</h2>
<div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-70 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last fusion-column-no-min-height 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><span class="fusion-dropcap dropcap">N</span>ão. O sistema de meridianos foi construído a partir de uma série de observações clinicas. Mas é diferente da anatomia humana. Existem determinados sintomas (dor na face anterior da perna por exemplo) que se for pensada somente em termos de meridianos não se conseguem tratar tão bem.</p>
<h2>Em que consiste a acupunctura tradicional chinesa?</h2>
<div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-71 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last fusion-column-no-min-height 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><span class="fusion-dropcap dropcap">A</span> cupunctura tradicional chinesa é pensada numa lógica cultural definida pela medicina chinesa. Neste caso o raciocínio dos pontos seguindo a lógica dos meridianos é comum.</p>
<h2>Quais os tipos de acupuntura moderna?</h2>
<div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-72 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last fusion-column-no-min-height 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><span class="fusion-dropcap dropcap">E</span>xistem várias formas de se raciocinar na acupuntura moderna. Os pontos gatilho ou pontos de acordo com a neuro-fisiologia são formas distintas de pensar. Eu costumo ensinar os meus alunos a selecionar pontos de acordo com miologia funcional (muito usado na recuperação do ombro e na paralisia facial por exemplo), sistema nervoso (ciáticas), pontos gatilho (dores variadas) ou mesmo em associação entre estas diferentes formas de se pensar a acupuntura moderna (ciáticas, neuropraxia).</p>
<h2>A acupuntura moderna é segura?</h2>
<div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-73 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last fusion-column-no-min-height 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><span class="fusion-dropcap dropcap">S</span>egura e muito eficaz. Os princípios de segurança são os mesmos para qualquer forma de praticar esta terapia.</p>
<h2>A acupuntura moderna é mais eficaz que a vertente tradicional?</h2>
<div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-74 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last fusion-column-no-min-height 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><span class="fusion-dropcap dropcap">N</span>a nossa opinião sim. É preferível tratar patologia músculo-esquelética dando atenção a raciocínio clínico fundamentado na anatomia humana. É preferível tratar doenças de medicina interna (rinites, sinusite, diarreia, vómitos, etc&#8230;) dando atenção à neurofisiologia humana e raciocínio clínico fundamentado em anatomo-fisiologia. No entanto, estudando a vertente tradicional nota-se a existência de alguns princípios de raciocínio clínico objetivo mas que foram esquecidos por adições e leituras culturais. A grande vantagem de uma abordagem contemporânea tem a ver com o maior foco na anatomia e ciência sem condicionantes culturais tão evidentes.</p>
<h2>A acupuntura moderna é a mesma coisa que acupunctura médica?</h2>
<div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-75 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last fusion-column-no-min-height 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><span class="fusion-dropcap dropcap">P</span>essoalmente achamos muito infeliz o termo acupunctura médica pois está associada a uma tomada de posição de uma classe profissional. <strong>Acupuntura moderna ou científica tem a ver com ciência e não com sociologia de classes.</strong> Ambas partem de princípios científicos. Muita da chamada acupunctura médica é acupunctura tradicional chinesa mas sem consciência do mesmo.</p>
<h2>Na Clinica em Lisboa praticam acupuntura moderna?</h2>
<div class="fusion-clearfix"></div></div></div><div  class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion_builder_column_1_1 fusion-builder-column-76 fusion-one-full fusion-column-first fusion-column-last fusion-column-no-min-height 1_1"  style='margin-top:0px;margin-bottom:0px;'><div class="fusion-column-wrapper" style="background-position:left top;background-repeat:no-repeat;-webkit-background-size:cover;-moz-background-size:cover;-o-background-size:cover;background-size:cover;"   data-bg-url=""><span class="fusion-dropcap dropcap">É</span> uma das nossas especialidades. Nós praticamos e ensinamos os outros a praticar. O acupuntor Nuno Lemos foi o criador dos cursos de acupunctura para fisioterapeutas, pela Master Physical Therapy e tem criado formações únicas para acupunturistas como o curso de Acupunctura na patologia neuro-músculo-esquelética, sendo este um curso exclusivo.<div class="fusion-clearfix"></div></div></div></div></div>
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